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Espelho das almas simples e aniquiladas e que permanecem somente na vontade e no desejo do amor

Como indicado no próprio titulo, o tema central da obra gira em torno do caminho gradual de libertação da alma e de sua união mística com Deus. A autora 'junta a linguagem do amor cortês, transformada pelas béguines místicas do século XIII numa linguagem de êxtase, com os paradoxos apofáticos da união mística'. O itinerário espiritual da alma e o processo da apófase do desejo são defendidos pelos dois personagens centrais, o Amor e a Alma, tendo como antagonista a Razão.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioApresentacao, 17
1. Prologo, 31
2. Da obra de Amor, e porque ela fez este livro ser escrito, 33
3. Amor fala dos mandamentos da Santa Igreja, 33
4. Da nobre virtude da Caridade, e de como ela nao obedece senao ao Amor, 34
5. Da vida que se chama paz da caridade na vida aniquilada, 35
6. Como a Alma, amante de Deus, vivendo na paz da Caridade, abandona as Virtudes, 37
7. Como essa Alma e nobre, e como ela nao se importa com mais nada, 38
8. Como Razao se surpreende por essa Alma ter abandonado as Virtudes e como Amor as elogia, 39
9. Como tais Almas nao tem mais vontade propria, 41
10. Como Amor nomeia essa Alma por 12 nomes para os ativos, a pedido de Razao, 43
11. Como, a pedido de Razao, Amor da conhecimento sobre essa Alma aos contemplativos, 44
12. O verdadeiro entendimento sobre o que esse livro diz em tantos lugares, que a Alma Aniquilada nao tem mais vontade, 49
13. Como Razao esta satisfeita com as explicacoes dadas acima para os contemplativos e ativos, mas ainda faz perguntas para as pessoas comuns, 51
14. Como essa Alma tem conhecimento de Deus por meio da fe, 54
15. Aqui fala-se do Santo Sacramento do Altar, 55
16. Aqui o Amor responde a Razao sobre o que havia dito, que a Alma sabe tudo e nao sabe nada, 57
17. Aqui Amor responde a Razao sobre o que havia dito, que estas Almas dao a natureza aquilo que ela pede, 59
18. Como tais criaturas nao sabem mais falar de Deus, 61
19. Como a Fe, a Esperanca e a Caridade pedem ao Amor o conhecimento sobre essas Almas, 61
20. Amor responde a Razao sobre o que havia dito, que ninguem conhece tais Almas, exceto Deus, 63
21. Amor responde ao argumento da Razao, em defesa deste livro que diz que tais Almas abandonam as Virtudes, 64
22. Como essa Alma e comparada a aguia, e como ela abandona a Natureza, 66
23. Como essa Alma tem duas potencias e como esta inebriada por aquilo que nunca bebe, 67
24. Em que momento tais Almas estao na justa liberdade do Puro Amor, 69
25. Razao pergunta a Amor se essas Almas nao sentem alguma alegria dentro delas, 69
26. Como essa Alma nao ama nada, senao por meio do amor de Deus, 70
27. Como a Meditacao do Amor Puro tem somente uma intencao, 71
28. Como essa Alma nada num mar de alegria, 72
29. Razao pergunta a Amor quando essa Alma esta na pura liberdade de Amor, 73
30. Como Razao diz a Amor para satisfazer essa Alma dizendo tudo o que poderia falar e dizer sobre Deus, 74
31. Como Amor acalma a Alma, pois ela deu a seu Esposo tudo o que tinha, 76
32. Como Amor faz com que tais Almas permanecam em seu senso, 78
33. A Alma fica perplexa quando pensa nos dons da bondade de Deus, 79
34. Como a Alma diz que nada pode por si, 80
35. Como essa Alma argumenta com Razao e diz ter sido amada por Deus desde o comeco, 81
36. Como a Alma esta livre e fora da sujeicao a Razao, 83
37. Aqui a Alma diz que no paraiso seus pecados serao conhecidos, para sua grande gloria, 84
38. Como a Alma reconhece a cortesia de Amor ao reconhecer perfeitamente a sua propria pobreza, 85
39. Como Razao quer servir e pertencer a essa Alma, 86
40. Como e por que Amor chama essa Alma de supremamente sabia, 88
41. Como a Alma nao tem nenhuma inquietacao em relacao ao pecado e nenhuma esperanca relacionada a qualquer bem que tenha feito, 89
42. Como o Espirito Santo ensina o que a Alma sabe, o que ela quer e o que ela tem, 90
43. Como essas Almas sao chamadas de Santa Igreja e o que a Santa Igreja pode dizer sobre elas, 91
44. Que praticas tem a Alma que enlanguesceu de amor, e em que ponto a Alma morreu de amor, 93
45. Como aqueles que nao tem mais vontade vivem na liberdade da caridade, 95
46. Como a Alma tem a compreensao do mais, porque, de acordo com sua opiniao, ela nada compreende de Deus, em comparacao ao mais dele, 96
47. Como a Alma chegou a compreensao de seu nada, 97
48. Sobre como a Alma que deseja que a vontade de Deus seja feita nela para sua propria honra, nao e livre, 98
49. Como tal Alma, que nao tem mais vontade, e nobre, 99
50. Como essa Alma esta impressa em Deus assim como a cera de um selo, 100
51. Como essa Alma e semelhante a Deidade, 101
52. Como Amor louva essa Alma e como ela permanece nas abundancias e afluencias do amor divino, 102
53. Como Razao pede explicacao do que foi dito acima, 104
54. Razao pergunta quantas mortes e preciso que a Alma morra antes que se entenda esse livro, 105
55. Como Amor responde as perguntas de Razao, 106
56. Como as Virtudes reclamam de Amor, que lhes oferece tao pouca honra, 107
57. Sobre aqueles que estao no estado de tristes e como eles sao servos e mercadores, 109
58. Como as Almas Aniquiladas estao no quinto estagio com seu amado, 110
59. Por quais meios essa Alma realizou sua conquista, e como e quando esta sem si mesma, 112
60. Como e necessario morrer as tres mortes, antes que se chegue a livre vida aniquilada, 113
61. Aqui Amor fala dos sete estados da Alma, 115
62. Sobre os que estao mortos para o pecado mortal e nascidos na vida de graca
ISBN9788532637406
Dimensoes12.0cm x 19.5cm x 1.2cm
IdiomaPortugues
Edicao1
NrPaginas232

especificação

AutorMarguerite Porete,
EditoraEditora Vozes
Apresentação, 17
1. Prólogo, 31
2. Da obra de Amor, e porque ela fez este livro ser escrito, 33
3. Amor fala dos mandamentos da Santa Igreja, 33
4. Da nobre virtude da Caridade, e de como ela não obedece senão ao Amor, 34
5. Da vida que se chama paz da caridade na vida aniquilada, 35
6. Como a Alma, amante de Deus, vivendo na paz da Caridade, abandona as Virtudes, 37
7. Como essa Alma é nobre, e como ela não se importa com mais nada, 38
8. Como Razão se surpreende por essa Alma ter abandonado as Virtudes e como Amor as elogia, 39
9. Como tais Almas não têm mais vontade própria, 41
10. Como Amor nomeia essa Alma por 12 nomes para os ativos, a pedido de Razão, 43
11. Como, a pedido de Razão, Amor dá conhecimento sobre essa Alma aos contemplativos, 44
12. O verdadeiro entendimento sobre o que esse livro diz em tantos lugares, que a Alma Aniquilada não tem mais vontade, 49
13. Como Razão está satisfeita com as explicações dadas acima para os contemplativos e ativos, mas ainda faz perguntas para as pessoas comuns, 51
14. Como essa Alma tem conhecimento de Deus por meio da fé, 54
15. Aqui fala-se do Santo Sacramento do Altar, 55
16. Aqui o Amor responde à Razão sobre o que havia dito, que a Alma sabe tudo e não sabe nada, 57
17. Aqui Amor responde à Razão sobre o que havia dito, que estas Almas dão à natureza aquilo que ela pede, 59
18. Como tais criaturas não sabem mais falar de Deus, 61
19. Como a Fé, a Esperança e a Caridade pedem ao Amor o conhecimento sobre essas Almas, 61
20. Amor responde à Razão sobre o que havia dito, que ninguém conhece tais Almas, exceto Deus, 63
21. Amor responde ao argumento da Razão, em defesa deste livro que diz que tais Almas abandonam as Virtudes, 64
22. Como essa Alma é comparada à águia, e como ela abandona a Natureza, 66
23. Como essa Alma tem duas potências e como está inebriada por aquilo que nunca bebe, 67
24. Em que momento tais Almas estão na justa liberdade do Puro Amor, 69
25. Razão pergunta a Amor se essas Almas não sentem alguma alegria dentro delas, 69
26. Como essa Alma não ama nada, senão por meio do amor de Deus, 70
27. Como a Meditação do Amor Puro tem somente uma intenção, 71
28. Como essa Alma nada num mar de alegria, 72
29. Razão pergunta a Amor quando essa Alma está na pura liberdade de Amor, 73
30. Como Razão diz a Amor para satisfazer essa Alma dizendo tudo o que poderia falar e dizer sobre Deus, 74
31. Como Amor acalma a Alma, pois ela deu a seu Esposo tudo o que tinha, 76
32. Como Amor faz com que tais Almas permaneçam em seu senso, 78
33. A Alma fica perplexa quando pensa nos dons da bondade de Deus, 79
34. Como a Alma diz que nada pode por si, 80
35. Como essa Alma argumenta com Razão e diz ter sido amada por Deus desde o começo, 81
36. Como a Alma está livre e fora da sujeição à Razão, 83
37. Aqui a Alma diz que no paraíso seus pecados serão conhecidos, para sua grande glória, 84
38. Como a Alma reconhece a cortesia de Amor ao reconhecer perfeitamente a sua própria pobreza, 85
39. Como Razão quer servir e pertencer a essa Alma, 86
40. Como e por que Amor chama essa Alma de supremamente sábia, 88
41. Como a Alma não tem nenhuma inquietação em relação ao pecado e nenhuma esperança relacionada a qualquer bem que tenha feito, 89
42. Como o Espírito Santo ensina o que a Alma sabe, o que ela quer e o que ela tem, 90
43. Como essas Almas são chamadas de Santa Igreja e o que a Santa Igreja pode dizer sobre elas, 91
44. Que práticas tem a Alma que enlanguesceu de amor, e em que ponto a Alma morreu de amor, 93
45. Como aqueles que não têm mais vontade vivem na liberdade da caridade, 95
46. Como a Alma tem a compreensão do mais, porque, de acordo com sua opinião, ela nada compreende de Deus, em comparação ao mais dele, 96
47. Como a Alma chegou à compreensão de seu nada, 97
48. Sobre como a Alma que deseja que a vontade de Deus seja feita nela para sua própria honra, não é livre, 98
49. Como tal Alma, que não tem mais vontade, é nobre, 99
50. Como essa Alma está impressa em Deus assim como a cera de um selo, 100
51. Como essa Alma é semelhante à Deidade, 101
52. Como Amor louva essa Alma e como ela permanece nas abundâncias e afluências do amor divino, 102
53. Como Razão pede explicação do que foi dito acima, 104
54. Razão pergunta quantas mortes é preciso que a Alma morra antes que se entenda esse livro, 105
55. Como Amor responde às perguntas de Razão, 106
56. Como as Virtudes reclamam de Amor, que lhes oferece tão pouca honra, 107
57. Sobre aqueles que estão no estado de tristes e como eles são servos e mercadores, 109
58. Como as Almas Aniquiladas estão no quinto estágio com seu amado, 110
59. Por quais meios essa Alma realizou sua conquista, e como e quando está sem si mesma, 112
60. Como é necessário morrer as três mortes, antes que se chegue à livre vida aniquilada, 113
61. Aqui Amor fala dos sete estados da Alma, 115
62. Sobre os que estão mortos para o pecado mortal e nascidos na vida de graça

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