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Relativismo linguístico ou como a língua influencia

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Especificações

ISBN9788532662668
Dimensoes16.0cm x 23.0cm x 1.1cm
Edicao1
NrPaginas256

especificação

AutorRodrigo Tadeu Goncalves
Selo EditorialEditora Vozes
ColecoesCOLECAO DE LINGUISTICA
O relativismo linguístico, a ideia de que os idiomas que falamos podem tingir ou mesmo determinar a nossa percepção da realidade, é talvez a mais sedutora das ideias linguísticas. Nos círculos acadêmicos, e fora deles (entre poetas, filósofos, romancistas e cineastas), circulou e circula a possibilidade de que o mundo seja filtrado de modo incontornável pela língua que dominamos, ou que, nesses termos, nos domina. Este livro é, dessa maneira, uma contribuição fundamental para o debate dentro e fora da universidade. Ao mostrar o histórico da ideia relativista, descrever suas formulações mais influentes, mapear as investigações empíricas que questionaram sua validade e, mais ainda, ao tentar encaixar o princípio relativista, devidamente desmistificado, em teorias mais amplas sobre a linguagem, o autor escreveu a obra definitiva sobre a questão.

Sumário

Prefácio, 11
Apresentação, 15
Introdução, 25
Capítulo 1 – Relativismos: visão geral, 33
1.1 O relativismo filosófico, 33
1.1.1 Relativismo conceitual, 37
1.1.2 Relativismo perceptual, 38
1.1.3 Relativismo da verdade, 39
1.1.4 A discussão do relativismo de Newton-Smith (1982), 41
1.2 O relativismo linguístico, 43
1.2.1 O universalismo linguístico como antirrelativismo, 46
1.2.2 A formulação do RL de Lucy (1997), 48
1.2.3 Discussões preliminares, 50
1.2.4 O relativismo lexical ou os nomes da neve, 53
Capítulo 2 – A história do relativismo linguístico até o século XIX, 65
2.1 Fontes anteriores do relativismo, 67
2.2 O debate entre empiristas e racionalistas, 69
2.2.1 Empirismo e racionalismo no pensamento sobre a linguagem, 72
2.3 Algumas antecedentes do relativismo linguístico nos séculos XVII
a XIX, 73
2.4 A linguística histórico-comparativa como ponte para as ideias relativistas
do século XX, 85
2.5 Wilhelm von Humboldt, 86
2.5.1 O início do pensamento sobre a linguagem em Humboldt, 88
2.5.2 A problemática dos conceitos, das palavras e da tradução em Humboldt, 90
2.5.3 As relações entre universalismo, relativismo, linguagem e pensamento em
Humboldt, 92
2.5.4 O programa de investigação humboldtiano, 97
2.5.5 A obra madura de Humboldt: a introdução à gramática do kawi (1836), 99
2.5.6 Algumas leituras críticas da obra de Humboldt, 103
Capítulo 3 – Formulações “clássicas” do relativismo linguístico, 109
3.1 Franz Boas (1858-1942), 110
3.2 Edward Sapir (1884-1939), 113
3.2.1 A hipótese de Whorf merece o nome de Sapir?, 121
3.3 Benjamin Lee Whorf (1897-1941), 127
3.3.1 A biografia romanesca de Whorf na introdução de Carroll (1956), 127
3.3.2 Análise dos textos da primeira fase da produção de Whorf, 133
3.3.3 Elementos intermediários entre as análises iniciais e a proposta madura de
Whorf, 141
3.3.4 A produção madura de Whorf, 149
3.3.5 As leituras críticas da obra de Whorf, 160
Capítulo 4 – Pesquisa experimental em relativismo linguístico: Os estudos
neowhorfianos, 177
4.1 Gumperz & Levinson (1996), 177
4.2 Gentner & Goldin-Meadow (2003), 179
4.3 John Lucy e a nova abordagem dos estudos neowhorfianos, 182
4.4 Dan Slobin e o “pensar para falar”, 184
4.5 Stephen C. Levinson: o domínio do espaço como espaço de
controvérsia, 188
4.6 Steven Pinker e os neowhorfianos, 190
4.6.1 As dez versões do RL para Pinker (2007), 192
4.6.1.1 As versões banais: de 1 a 5, 192
4.6.1.2 As versões mais interessantes: 6 e 7, 194
4.6.1.3 As versões genuinamente deterministas: de 8 a 10, 195
4.6.2 O antideterminismo de Pinker (2007), 196
4.7 Levinson e o antiuniversalismo, 198
Capítulo 5 – O aspecto criativo e o relativismo, 203
5.1 O caráter ativo da linguagem: energeia versus ergon, 208
5.2 O papel ativo da linguagem em Ernst Cassirer, 215
5.3 Adam Schaff e a construção da imagem do mundo, 219
5.4 George Steiner e a linguagem como perpétua canção órfica, 223
5.5 Franchi e a linguagem como atividade constitutiva, 228
Epílogo, 237
Referências, 241

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