SINOPSE
O que significa, afinal, desejar e não apenas ser desejada? Nesta obra, Polly Young-Eisendrath desafia padrões culturais e psicológicos que, por séculos, definiram o valor da mulher a partir do olhar alheio. A autora propõe uma virada essencial: reconhecer o próprio desejo como força criativa e libertadora. Mais do que um ensaio sobre o feminino, trata-se de uma leitura sobre o poder de tornar-se sujeito da própria história. É um convite à autonomia, à consciência e à redescoberta do querer genuíno.
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