SINOPSE
A proliferacao do igual e uma “plenitude na qual transluz ainda apenas o vazio”. A expulsao do outro traz um vazio adiposo da plenitude. Obscenos sao a hipervisibilidade, a hipercomunicacao, a hiperproducao, o hiperconsumo, que levam a uma rapida estagnacao do igual. Obscena e a “ligacao do igual com o igual”. A seducao e, em contrapartida, a “capacidade de arrancar o igual do igual”, deixa-lo fugir de si mesmo. O sujeito da seducao e o outro. (Da obra)
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