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Cante lá que eu canto cá

As poesias de Patativa do Assaré representam o que há de mais puro na expressão do “mundo do sertão”. Algumas são escritas no que o próprio autor qualifica de linguagem cabocla, o linguajar da rude gente sertaneja, tão crivado de erros, mutilações e acréscimos, de permutas e transposições que os vocábulos, com frequência, parecem desfigurar-se completamente. Mas, no dizer de Arraes de Alencar, tais adulterações constituem uma fonte inesgotável de ensinamentos no estudo do idioma, na apreensão de sua índole, mostrando-lhe o gênio e as tendências, em toda a liberdade, em toda a sua natural desenvoltura. (Trecho da obra)

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioApresentacao, 9
Patativa do Assare, poeta social, 11
Autobiografia, 13
Aos poetas classicos, 15
O poeta da roca, 18
Eu e o sertao, 19
Cante la, que eu canto ca, 24
Maria Tete, 28
“A morte de Nana”, 38
O Inferno, o Purgatorio e o Paraiso, 44
A escrava do dinheiro, 48
Dois quadros, 56
A festa de Maricota, 57
E coisa do meu sertao, 73
O paraiso do Crato, 75
“Vida sertaneja”, 78
A festa da natureza, 82
A vida aqui e assim, 85
Tudinha, 87
A triste partida, 94
Ingem de ferro, 97
Mae preta, 100
Caboclo roceiro, 105
Meu caro jumento – Ao escritor Padre Antonio Vieira, 106
Maria de todo jeito, 110
Caboca da minha terra, 117
Seu doto me conhece?, 121
Eu quero, 124
Ao poeta Joao Batista de Siqueira (Cancao), 125
Ao supervisor Jorge Edem, 128
Minha sodade, 129
No terreiro da choupana, 132
Uma triste verdade, 141
Quadras, 143
Crime imperdoavel, 147
O Vim-vim, 148
A terra e natura, 164
O sonho de Mane Filiciano, 168
Voce se lembra? – A minha querida esposa Belinha, 174
Meu protesto, 175
Apelo de um agricultor, 178
Conversa de matuto, 183
A muie qui mais amei, 189
Mal de amor, 193
Amanha, 193
Professor J. de Figueiredo Filho, 194
Filosofia de um trovador sertanejo, 195
Ingratidao, 204
A menina e a cajazera, 209
A foguera de Sao Joao, 215
O castigo do vaidoso, 218
A sorte do Joli, 219
Dia das Maes, 219
13 de agosto, 220
O Pica-Pau, 220
Vou vorta, 225
O vaquero, 228
Carta ao Patativa – Helder Franca (Dede), 232
Resposta ao meu amigo e colega Jose Helder Franca (Dede), 234
Vaca Lavandeira, 237
O sabia e o gaviao, 242
“Ave noturna”, 249
Cousa estranha, 250
“O retrato do sertao”, 250
O burro, 256
Mote: Com o grito do dinheiro. A justica nao se apruma, 256
Glosas, 256
Serra de Santana, 257
Carta ao escritor Padre Antonio Vieira, 260
Coisas do Rio de Janeiro, 263
O peixe, 265
A menina mendiga, 266
Minha Serra, 266
O casebre, 267
O Pau d’arco, 267
Se existe inferno, 268
Luis de Camoes, 268
Rogaciano Leite, 269
Ao doto do aviao, 272
“Boa noite, Fortaleza”, 275
Pesao, 279
Mote: So desgraca traz a guerra. Defendemos, pois, a paz, 280
Glosas, 280
O rouxinol e o anciao – Ao meu filho Geraldo, 281
Meu castigo – Ao meu neto Expedito, 283
Sodade e assim – Ao jornalista Antonio Vicelmo, 285
O controlista – Ao Francisco Agostinho, 288
Brasi de cima e Brasi de baxo, 291
Ao locutor da Radio Araripe – Eloi Teles, 295
Proque dexei Zabe, 297
Desilusao, 301
O rico orguioso, 303
“Vinganca de matuto”, 306
“Minha viola”, 307
“Coisas do meu sertao”, 310
Historia de uma cruz, 314
“Maio decepcao”, 318
A estrada de minha vida, 328
ABC do Nordeste flagelado, 331
O radio ABC, 338
Flores murchas, 343
O que e Folclore?, 344
Sou cabra da peste, 346
Vaca Estrela e Boi Fuba, 347
Emigrante nordestino no Sul do Pais, 348
Ser feliz, 359
Chiquita e Mae Veia, 361
O agregado, 365
O puxado de roda, 366
O maio ladrao, 375
ISBN9788532607409
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 1.5cm
IdiomaPortugues
Edicao18
NrPaginas360

especificação

AutorPatativa do Assare ,
EditoraEditora Vozes
Apresentação, 9
Patativa do Assaré, poeta social, 11
Autobiografia, 13
Aos poetas clássicos, 15
O poeta da roça, 18
Eu e o sertão, 19
Cante lá, que eu canto cá, 24
Maria Têtê, 28
“A morte de Nanã”, 38
O Inferno, o Purgatório e o Paraíso, 44
A escrava do dinheiro, 48
Dois quadros, 56
A festa de Maricota, 57
É coisa do meu sertão, 73
O paraíso do Crato, 75
“Vida sertaneja”, 78
A festa da natureza, 82
A vida aqui é assim, 85
Tudinha, 87
A triste partida, 94
Ingém de ferro, 97
Mãe preta, 100
Caboclo roceiro, 105
Meu caro jumento – Ao escritor Padre Antônio Vieira, 106
Maria de todo jeito, 110
Caboca da minha terra, 117
Seu dotô me conhece?, 121
Eu quero, 124
Ao poeta João Batista de Siqueira (Cancão), 125
Ao supervisor Jorge Édem, 128
Minha sodade, 129
No terreiro da choupana, 132
Uma triste verdade, 141
Quadras, 143
Crime imperdoável, 147
O Vim-vim, 148
A terra é naturá, 164
O sonho de Mané Filiciano, 168
Você se lembra? – À minha querida esposa Belinha, 174
Meu protesto, 175
Apelo de um agricultor, 178
Conversa de matuto, 183
A muié qui mais amei, 189
Mal de amor, 193
Amanhã, 193
Professor J. de Figueiredo Filho, 194
Filosofia de um trovador sertanejo, 195
Ingratidão, 204
A menina e a cajazêra, 209
A foguêra de São João, 215
O castigo do vaidoso, 218
A sorte do Joli, 219
Dia das Mães, 219
13 de agosto, 220
O Pica-Pau, 220
Vou vortá, 225
O vaquêro, 228
Carta ao Patativa – Hélder França (Dedé), 232
Resposta ao meu amigo e colega José Hélder França (Dedé), 234
Vaca Lavandeira, 237
O sabiá e o gavião, 242
“Ave noturna”, 249
Cousa estranha, 250
“O retrato do sertão”, 250
O burro, 256
Mote: Com o grito do dinheiro. A justiça não se apruma, 256
Glosas, 256
Serra de Santana, 257
Carta ao escritor Padre Antônio Vieira, 260
Coisas do Rio de Janeiro, 263
O peixe, 265
A menina mendiga, 266
Minha Serra, 266
O casebre, 267
O Pau d’arco, 267
Se existe inferno, 268
Luís de Camões, 268
Rogaciano Leite, 269
Ao dotô do avião, 272
“Boa noite, Fortaleza”, 275
Pesão, 279
Mote: Só desgraça traz a guerra. Defendemos, pois, a paz, 280
Glosas, 280
O rouxinol e o ancião – Ao meu filho Geraldo, 281
Meu castigo – Ao meu neto Expedito, 283
Sodade é assim – Ao jornalista Antônio Vicelmo, 285
O controlista – Ao Francisco Agostinho, 288
Brasi de cima e Brasi de baxo, 291
Ao locutor da Rádio Araripe – Elói Teles, 295
Proque dexei Zabé, 297
Desilusão, 301
O rico orguioso, 303
“Vingança de matuto”, 306
“Minha viola”, 307
“Coisas do meu sertão”, 310
História de uma cruz, 314
“Maió decepção”, 318
A estrada de minha vida, 328
ABC do Nordeste flagelado, 331
O rádio ABC, 338
Flores murchas, 343
O que é Folclore?, 344
Sou cabra da peste, 346
Vaca Estrela e Boi Fubá, 347
Emigrante nordestino no Sul do País, 348
Ser feliz, 359
Chiquita e Mãe Veia, 361
O agregado, 365
O puxadô de roda, 366
O maió ladrão, 375

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