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Cidade de Deus Parte II

É uma das grandes obras da história. Trata-se da primeira tentativa de se interpretar o mundo e tudo que o mundo contém pela experiência da fé cristã. É a primeira teologia da história. Para Santo Agostinho, a história humana é a história da salvação dos homens. Tudo que acontece ou deixa de acontecer se acha inscrito na economia da salvação. A sociedade é a Cidade de Deus. A fé cristã não constitui um setor na vida do crente. Banhado na luz da fé, todo o mundo se transfigura. Crer não significa caminhar para o céu. Significa que toda a vida já pressupõe a fé e que apenas pela fé se entra e se vive a libertação do homem.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioSUMARIO

LIVRO DECIMO PRIMEIRO: Origem das duas cidades, 21
Cap. I: Esclarecimento a respeito da segunda parte da obra, 23
Cap. II: Conhecimento de Deus e unico meio de consegui-lo, 24
Cap. III: Autoridade da Escritura canonica, criacao do Espirito divino, 25
Cap. IV: A criacao do mundo. Nao e intemporal nem ordenada por novo conselho de Deus, como se houvesse mudanca em sua vontade, 25
Cap. V: Nao devem ser imaginados infinitos espacos de tempo nem de lugares antes do mundo, 27
Cap. VI: E unico e simultaneo o principio da criacao do mundo e dos tempos, 29
Cap. VII: Como eram os primeiros dias, que tiveram, segundo a narracao, manha e tarde, antes da criacao do sol, 29
Cap. VIII: Interpretacao que se deve dar ao descanso de Deus depois da criacao, efetuada em seis dias, 31
Cap. IX: Que se deve pensar da criacao dos anjos, segundo os testemunhos divinos?, 31
Cap. X: A Trindade, simples e imutavel, Pai, Filho e Espirito Santo, e um so Deus. Nela nao ha distincao entre a qualidade e a substancia, 33
Cap. XI: Gozaram os anjos apostatas da felicidade de que sempre gozaram os anjos bons?, 36
Cap. XII: A felicidade dos justos e a dos primeiros pais no paraiso, 37
Cap. XIII: Como ou com que conhecimento foram criados os anjos todos?, 37
Cap. XIV: Que figura literaria se emprega na referida passagem?, 39
Cap. XV: Como se deve entender isto: “O diabo peca desde o principio”?, 39
Cap. XVI: A gradacao nas criaturas. Seus criterios, 40
Cap. XVII: O vicio nao e natureza, mas contrario a natureza. E a causa do pecado nao e o Criador, mas a vontade, 41
Cap. XVIII: A beleza do universo na oposicao de contrarios, 42
Cap. XIX: A que devemos ater-nos com respeito a seguinte passagem: “Deus dividiu entre a luz e as trevas”?, 42
Cap. XX: Exegese da seguinte passagem: “E viu Deus que a luz era boa”, 43
Cap. XXI: Ciencia e vontade eternas e imutaveis de Deus, 44
Cap. XXII: Alguns erros sobre a existencia de principio mau, 45
Cap. XXIII: Erro de Origenes, 47
Cap. XXIV: A Trindade divina deixou em suas obras sinais de sua presenca, 49
Cap. XXV: Divisao da filosofia, 50
Cap. XXVI: Imagem da Trindade na natureza humana, 51
Cap. XXVII: Essencia, ciencia e amor, 52
Cap. XXVIII: Como aproximar-nos mais de imagem da Trindade divina, 54
Cap. XXIX: A ciencia dos anjos e seus efeitos na criacao, 56
Cap. XXX: Perfeicao do numero seis, 57
Cap. XXXI: O setimo dia, como plenitude e descanso, 58
Cap. XXXII: Segundo alguns, os anjos sao, em criacao, anteriores ao mundo, 59
Cap. XXXIII: As duas sociedades dos anjos sao chamadas luz e trevas, 60
Cap. XXXIV: Outra opiniao a respeito da criacao dos anjos. E uma sobre a nao criacao das aguas, 61

LIVRO DECIMO SEGUNDO: Os anjos e a criacao do homem, 63
Cap. I: Natureza dos anjos bons e dos maus, 65
Cap. II: Nao ha essencia alguma contraria a Deus, porque ao ser somente se opoe o nao ser, 67
Cap. III: Os inimigos de Deus nao o sao por natureza, mas por vontade, 67
Cap. IV: As naturezas desprovidas de razao e vida nao desdizem, consideradas em seu genero e ordem, da beleza do universo, 68
Cap. V: A natureza de toda especie e modo e canto de louvacao ao Criador, 70
Cap. VI: Causa da felicidade dos anjos bons e da miseria dos maus, 70
Cap. VII: Nao se deve buscar a causa eficiente da ma vontade, 73
Cap. VIII: O amor perverso inclina a vontade do bem imutavel ao bem mutavel, 74
Cap. IX: E o mesmo o Criador da natureza e o Autor da boa vontade nos anjos bons?, 74
Cap. X: E falsa a historia que fixa muitos milhares de anos aos tempos passados, 76
Cap. XI: Opiniao dos que, sem admitirem a eternidade do mundo, sustentam haver um sem-numero de mundos, ou que, sendo unico, nasce e acaba incessantemente, de acordo com o rodar dos seculos, 78
Cap. XII: Que responder aos que pretextam haver tardado a criacao do homem?, 79
Cap. XIII: Alguns filosofos acreditaram no ciclo dos seculos, quer dizer, acreditaram que, terminados por fim certo, todos tornam sem cessar a mesma ordem e a mesma especie, 80
Cap. XIV: Deus nao operou com nova resolucao nem com vontade mutavel a criacao do genero humano no tempo, 82
Cap. XV: O ser Deus sempre Senhor supoe hajam existido sempre criaturas sob seu dominio. Como se ha de entender hajam sempre existido as criaturas, sem serem coeternas com o Criador?, 83
Cap. XVI: Como se deve entender a promessa de vida eterna, feita por Deus ao homem antes dos tempos eternos?, 86
Cap. XVII: Sentir da reta fe sobre o juizo ou vontade imutavel de Deus. Contra os que sustentam o eterno retorno das obras divinas, 86
Cap. XVIII: Contra os que sustentam que nem a ciencia de Deus e capaz de compreender coisas infinitas, 88
Cap. XIX: Os seculos dos seculos, 90
Cap. XX: Impiedade dos que pretendem que as almas, participes da beatitude autentica e suprema, hao de retornar em eterno circuito as miserias e aos trabalhos, 91
Cap. XXI: Criacao do primeiro homem e, nele, do genero humano, 94
Cap. XXII: Deus previu o futuro pecado do homem e ao mesmo tempo
ISBN9788532601001
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 3.0cm
IdiomaPortugues
Edicao8
NrPaginas592

especificação

AutorSanto Agostinho ,
EditoraEditora Vozes
ColecoesPENSAMENTO HUMANO
SUMÁRIO

LIVRO DÉCIMO PRIMEIRO: Origem das duas cidades, 21
Cap. I: Esclarecimento a respeito da segunda parte da obra, 23
Cap. II: Conhecimento de Deus e único meio de consegui-lo, 24
Cap. III: Autoridade da Escritura canônica, criação do Espírito divino, 25
Cap. IV: A criação do mundo. Não é intemporal nem ordenada por novo conselho de Deus, como se houvesse mudança em sua vontade, 25
Cap. V: Não devem ser imaginados infinitos espaços de tempo nem de lugares antes do mundo, 27
Cap. VI: É único e simultâneo o princípio da criação do mundo e dos tempos, 29
Cap. VII: Como eram os primeiros dias, que tiveram, segundo a narração, manhã e tarde, antes da criação do sol, 29
Cap. VIII: Interpretação que se deve dar ao descanso de Deus depois da criação, efetuada em seis dias, 31
Cap. IX: Que se deve pensar da criação dos anjos, segundo os testemunhos divinos?, 31
Cap. X: A Trindade, simples e imutável, Pai, Filho e Espírito Santo, é um só Deus. Nela não há distinção entre a qualidade e a substância, 33
Cap. XI: Gozaram os anjos apóstatas da felicidade de que sempre gozaram os anjos bons?, 36
Cap. XII: A felicidade dos justos e a dos primeiros pais no paraíso, 37
Cap. XIII: Como ou com que conhecimento foram criados os anjos todos?, 37
Cap. XIV: Que figura literária se emprega na referida passagem?, 39
Cap. XV: Como se deve entender isto: “O diabo peca desde o princípio”?, 39
Cap. XVI: A gradação nas criaturas. Seus critérios, 40
Cap. XVII: O vício não é natureza, mas contrário à natureza. E a causa do pecado não é o Criador, mas a vontade, 41
Cap. XVIII: A beleza do universo na oposição de contrários, 42
Cap. XIX: A que devemos ater-nos com respeito à seguinte passagem: “Deus dividiu entre a luz e as trevas”?, 42
Cap. XX: Exegese da seguinte passagem: “E viu Deus que a luz era boa”, 43
Cap. XXI: Ciência e vontade eternas e imutáveis de Deus, 44
Cap. XXII: Alguns erros sobre a existência de princípio mau, 45
Cap. XXIII: Erro de Orígenes, 47
Cap. XXIV: A Trindade divina deixou em suas obras sinais de sua presença, 49
Cap. XXV: Divisão da filosofia, 50
Cap. XXVI: Imagem da Trindade na natureza humana, 51
Cap. XXVII: Essência, ciência e amor, 52
Cap. XXVIII: Como aproximar-nos mais de imagem da Trindade divina, 54
Cap. XXIX: A ciência dos anjos e seus efeitos na criação, 56
Cap. XXX: Perfeição do número seis, 57
Cap. XXXI: O sétimo dia, como plenitude e descanso, 58
Cap. XXXII: Segundo alguns, os anjos são, em criação, anteriores ao mundo, 59
Cap. XXXIII: As duas sociedades dos anjos são chamadas luz e trevas, 60
Cap. XXXIV: Outra opinião a respeito da criação dos anjos. E uma sobre a não criação das águas, 61

LIVRO DÉCIMO SEGUNDO: Os anjos e a criação do homem, 63
Cap. I: Natureza dos anjos bons e dos maus, 65
Cap. II: Não há essência alguma contrária a Deus, porque ao ser somente se opõe o não ser, 67
Cap. III: Os inimigos de Deus não o são por natureza, mas por vontade, 67
Cap. IV: As naturezas desprovidas de razão e vida não desdizem, consideradas em seu gênero e ordem, da beleza do universo, 68
Cap. V: A natureza de toda espécie e modo é canto de louvação ao Criador, 70
Cap. VI: Causa da felicidade dos anjos bons e da miséria dos maus, 70
Cap. VII: Não se deve buscar a causa eficiente da má vontade, 73
Cap. VIII: O amor perverso inclina a vontade do bem imutável ao bem mutável, 74
Cap. IX: É o mesmo o Criador da natureza e o Autor da boa vontade nos anjos bons?, 74
Cap. X: É falsa a história que fixa muitos milhares de anos aos tempos passados, 76
Cap. XI: Opinião dos que, sem admitirem a eternidade do mundo, sustentam haver um sem-número de mundos, ou que, sendo único, nasce e acaba incessantemente, de acordo com o rodar dos séculos, 78
Cap. XII: Que responder aos que pretextam haver tardado a criação do homem?, 79
Cap. XIII: Alguns filósofos acreditaram no ciclo dos séculos, quer dizer, acreditaram que, terminados por fim certo, todos tornam sem cessar à mesma ordem e à mesma espécie, 80
Cap. XIV: Deus não operou com nova resolução nem com vontade mutável a criação do gênero humano no tempo, 82
Cap. XV: O ser Deus sempre Senhor supõe hajam existido sempre criaturas sob seu domínio. Como se há de entender hajam sempre existido as criaturas, sem serem coeternas com o Criador?, 83
Cap. XVI: Como se deve entender a promessa de vida eterna, feita por Deus ao homem antes dos tempos eternos?, 86
Cap. XVII: Sentir da reta fé sobre o juízo ou vontade imutável de Deus. Contra os que sustentam o eterno retorno das obras divinas, 86
Cap. XVIII: Contra os que sustentam que nem a ciência de Deus é capaz de compreender coisas infinitas, 88
Cap. XIX: Os séculos dos séculos, 90
Cap. XX: Impiedade dos que pretendem que as almas, partícipes da beatitude autêntica e suprema, hão de retornar em eterno circuito às misérias e aos trabalhos, 91
Cap. XXI: Criação do primeiro homem e, nele, do gênero humano, 94
Cap. XXII: Deus previu o futuro pecado do homem e ao mesmo tempo

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