Gramática descritiva do português brasileiro - livrariavozes
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Gramática descritiva do português brasileiro

Esta Gramática descreve o português tal como se fala atualmente no Brasil. O leitor encontrará aqui muitos dos resultados da pesquisa recente que se tem realizado intensivamente em nosso país, e uma visão coerente e abrangente da estrutura de nossa língua falada. O autor evita discussões teóricas, tornando o texto acessível aos estudiosos, mesmo àqueles que não possuem formação específica em linguística.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioPrefacio, 23
Preliminares
Capitulo 1 Apresentacao, 29
1.1 A gramatica nao e instrumento de aquisicao da lingua escrita, 29
1.2 E preciso descrever a lingua falada, 31
1.3 Estudar a lingua como ela e, 35
1.4 E preciso usar nocoes gramaticais novas, 36
1.5 A gramatica nao e uma descricao completa, 39
1.6 A Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), 40
1.7 Quadro teorico, 42
1.8 A quem se destina este livro, 44
Capitulo 2 Para que estudar gramatica?, 45
2.1 Sobre a ciencia e o mundo moderno, 45
2.2 Ciencia e educacao, 46
2.3 O processo de analfabetizacao, 49
2.4 O que isso tem a ver com a gramatica?, 50
2.5 A gramatica como disciplina cientifica, 51
2.6 A ciencia na escoa, 54
2.7 Como fica a gramatica?, 57
2.8 Concluindo, 57
Capitulo 3 Nossa lingua, 60
3.1 Origens do portugues, 60
3.1.1 Sincronia e diacronia, 60
3.1.2 Do latim ao portugues, 62
3.2 O portugues no mundo, 65
3.3 A lingua do Brasil, 66
3.3.1 Padrao e coloquial, 66
3.3.2 Variacao social, 67
3.3.3 Variacao regional, 68
Estrutura da oracao simples
Capitulo 4 Construcoes, 73
4.1 O que e uma construcao, 73
4.1.1 Definindo a construcao, 73
4.1.2 Papeis tematicos, 76
4.2 Exemplos, 76
4.3 Ordem dos termos, 78
4.4 Construcoes oracionais e suboracionais, 79
4.5 A notacao do sujeito, 81
4.6 As construcoes e a descricao da lingua, 82
4.7 Complementos e adjuntos?, 85
4.8 Ambito descritivo das construcoes, 86
4.9 Construindo construcoes: regras gerais, 87
4.9.1 Geracao das estruturas sintaticas, 88
4.9.2 Atribuicao dos papeis tematicos, 89
Capitulo 5 Oracao, 91
5.1 O que e uma oracao, 91
5.2 Sujeito, 93
5.2.1 A nocao de “sujeito”, 93
5.2.2 Identificando o sujeito, 96
5.2.3 “Erros de concordancia”, 100
5.3 SNs objetos, 100
Capitulo 6 Oracoes sem sujeito, 105
6.1 Omissao do sujeito, 105
6.2 Imperativo, 107
6.3 Verbos que raramente ocorrem com sujeito, 108
6.3.1 Ter, haver, existir, 109
6.3.2 Verbos meteorologicos, 110
6.3.3 Ser e estar, 111
6.3.4 Vai para, faz tempo que, 111
Capitulo 7 Sujeito indeterminado, 112
Capitulo 8 Outros termos da oracao, 117
8.1 SN: sujeito e objeto(s), 117
8.2 Sintagmas preposicionados, 119
8.3 Outros complementos do verbo, 121
8.4 Negacao, auxiliar, 123
8.5 Resumo: a estrutura da oracao simples, 124
8.6 A oracao, o verbo e os esquemas cognitivos, 125
Capitulo 9 Algumas construcoes importantes, 128
9.1 Construcoes ja vistas, 128
9.2 E mais algumas, 131
9.3 Construcoes complexas, 136
9.3.1 Por que precisamos de construcoes complexas, 136
9.3.2 Ordem dos eventos, 137
9.3.3 Tipos de eventos, 138
9.3.4 Periodo composto e construcoes complexas, 141
9.4 Elipse de complementos, 141
Capitulo 10 Ordem dos termos na oracao, 143
10.1 Colocacao previa, 143
10.2 Sujeito e verbo, 146
10.3 Sintagmas preposicionados e adverbiais, 150
10.3.1 Liberdade de ocorrencia, 150
10.3.2 Excecoes aparentes, 151
Capitulo 11 Pronomes, 153
11.1 Pronomes pessoais, 153
11.2 Objetos pronominais, 154
11.3 Posicao dos pronomes obliquos na oracao, 159
11.3.1 Regra geral, 159
11.3.2 Pronomes obliquos com preposicao, 160
11.3.3 Resumo: forma e posicao dos pronomes pessoais, 161
11.3.4 O pronome tu, 162
Capitulo 12 Construcoes interrogativas e negativas, 163
12.1 Interrogativas, 163
12.1.1 Interrogativas fechadas (sim / nao), 164
12.1.2 Interrogativas abertas (interrogativas-Q), 165
12.1.3 E que, 166
12.1.4 Inversao, 167
12.1.5 Cade?, 168
12.1.6 Interrogativas indiretas, 168
12.1.7 Interrogativas-eco, 169
12.2 Negativas, 169
12.2.1 Negacao verbal, 169
12.2.2 Negacao depois do verbo, 170
12.2.3 Dupla negacao, 170
12.2.4 Negacao nominal e adverbial, 173
12.2.5 Negacao e afirmacao independentes, 173
12.2.6 Nem e sequer, 174
12.2.7 Uma nota sobre a pronuncia de nao, 175
Valencia
Capitulo 13 Valencia, 179
13.1 O verbo e a chave, 179
13.2 Diatese, valencia, 182
13.3 Classes de verbos, 184
13.4 Contando verbos, 187
13.5 Diferenca entre “construcao” e “diatese”, 189
13.6 Valencia nominal e adverbial, 191
13.7 Valencia de alguns verbos, 192
Capitulo 14 Papeis tematicos, 197
14.1 Lista dos papeis tematicos, 197
14.2 Emparelhamento de papeis tematicos, 201
14.3 Problemas, 204
14.3.1 Uma lista em aberto, 204
14.3.2 Os papeis tematicos sao esquematicos, 205
Capitulo 15 O que uma diatese contem, 207
15.1 O que deve aparecer na diatese?, 207
15.2 Atribuicao dos papeis tematicos, 210
15.3 Prototipos e regras de encadeamento, 214
15.3.1 Regras de encadeamento univocas, 214
15.3.2 Regras de encadeamento multiplas, 218
15.3.3 Ocorrencia obrigatoria de constituintes, 220
15.4 Definindo as diateses, 221
15.5 Atribuicao por ausencia, 223
15.5.1 Atribuicao com base no esquema, 223
15.5.2 Uma pergunta, 224
Capitulo 16 Verbos leves, 229
16.1 O que e um verbo leve, 229
16.2 O verbo leve na oracao, 231
16.2.1 Semantica, 231
16.2.2 Sintaxe, 232
Capitulo 17 Valencia dos nominais e dos adverbios, 234
17.1 Nominais, 234
17.2 Adverbios, 237
Capitulo 18 Sumario: papeis
ISBN9788532652935
Dimensoes16.0cm x 23.0cm x 2.6cm
IdiomaPortugues
Edicao1
NrPaginas560

especificação

AutorMario A. Perini,
EditoraEditora Vozes
ColecoesCOLECAO DE LINGUISTICA
Prefácio, 23
Preliminares
Capítulo 1 Apresentação, 29
1.1 A gramática não é instrumento de aquisição da língua escrita, 29
1.2 É preciso descrever a língua falada, 31
1.3 Estudar a língua como ela é, 35
1.4 É preciso usar noções gramaticais novas, 36
1.5 A gramática não é uma descrição completa, 39
1.6 A Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), 40
1.7 Quadro teórico, 42
1.8 A quem se destina este livro, 44
Capítulo 2 Para que estudar gramática?, 45
2.1 Sobre a ciência e o mundo moderno, 45
2.2 Ciência e educação, 46
2.3 O processo de analfabetização, 49
2.4 O que isso tem a ver com a gramática?, 50
2.5 A gramática como disciplina científica, 51
2.6 A ciência na escoa, 54
2.7 Como fica a gramática?, 57
2.8 Concluindo, 57
Capítulo 3 Nossa língua, 60
3.1 Origens do português, 60
3.1.1 Sincronia e diacronia, 60
3.1.2 Do latim ao português, 62
3.2 O português no mundo, 65
3.3 A língua do Brasil, 66
3.3.1 Padrão e coloquial, 66
3.3.2 Variação social, 67
3.3.3 Variação regional, 68
Estrutura da oração simples
Capítulo 4 Construções, 73
4.1 O que é uma construção, 73
4.1.1 Definindo a construção, 73
4.1.2 Papéis temáticos, 76
4.2 Exemplos, 76
4.3 Ordem dos termos, 78
4.4 Construções oracionais e suboracionais, 79
4.5 A notação do sujeito, 81
4.6 As construções e a descrição da língua, 82
4.7 Complementos e adjuntos?, 85
4.8 Âmbito descritivo das construções, 86
4.9 Construindo construções: regras gerais, 87
4.9.1 Geração das estruturas sintáticas, 88
4.9.2 Atribuição dos papéis temáticos, 89
Capítulo 5 Oração, 91
5.1 O que é uma oração, 91
5.2 Sujeito, 93
5.2.1 A noção de “sujeito”, 93
5.2.2 Identificando o sujeito, 96
5.2.3 “Erros de concordância”, 100
5.3 SNs objetos, 100
Capítulo 6 Orações sem sujeito, 105
6.1 Omissão do sujeito, 105
6.2 Imperativo, 107
6.3 Verbos que raramente ocorrem com sujeito, 108
6.3.1 Ter, haver, existir, 109
6.3.2 Verbos meteorológicos, 110
6.3.3 Ser e estar, 111
6.3.4 Vai para, faz tempo que, 111
Capítulo 7 Sujeito indeterminado, 112
Capítulo 8 Outros termos da oração, 117
8.1 SN: sujeito e objeto(s), 117
8.2 Sintagmas preposicionados, 119
8.3 Outros complementos do verbo, 121
8.4 Negação, auxiliar, 123
8.5 Resumo: a estrutura da oração simples, 124
8.6 A oração, o verbo e os esquemas cognitivos, 125
Capítulo 9 Algumas construções importantes, 128
9.1 Construções já vistas, 128
9.2 E mais algumas, 131
9.3 Construções complexas, 136
9.3.1 Por que precisamos de construções complexas, 136
9.3.2 Ordem dos eventos, 137
9.3.3 Tipos de eventos, 138
9.3.4 Período composto e construções complexas, 141
9.4 Elipse de complementos, 141
Capítulo 10 Ordem dos termos na oração, 143
10.1 Colocação prévia, 143
10.2 Sujeito e verbo, 146
10.3 Sintagmas preposicionados e adverbiais, 150
10.3.1 Liberdade de ocorrência, 150
10.3.2 Exceções aparentes, 151
Capítulo 11 Pronomes, 153
11.1 Pronomes pessoais, 153
11.2 Objetos pronominais, 154
11.3 Posição dos pronomes oblíquos na oração, 159
11.3.1 Regra geral, 159
11.3.2 Pronomes oblíquos com preposição, 160
11.3.3 Resumo: forma e posição dos pronomes pessoais, 161
11.3.4 O pronome tu, 162
Capítulo 12 Construções interrogativas e negativas, 163
12.1 Interrogativas, 163
12.1.1 Interrogativas fechadas (sim / não), 164
12.1.2 Interrogativas abertas (interrogativas-Q), 165
12.1.3 É que, 166
12.1.4 Inversão, 167
12.1.5 Cadê?, 168
12.1.6 Interrogativas indiretas, 168
12.1.7 Interrogativas-eco, 169
12.2 Negativas, 169
12.2.1 Negação verbal, 169
12.2.2 Negação depois do verbo, 170
12.2.3 Dupla negação, 170
12.2.4 Negação nominal e adverbial, 173
12.2.5 Negação e afirmação independentes, 173
12.2.6 Nem e sequer, 174
12.2.7 Uma nota sobre a pronúncia de não, 175
Valência
Capítulo 13 Valência, 179
13.1 O verbo é a chave, 179
13.2 Diátese, valência, 182
13.3 Classes de verbos, 184
13.4 Contando verbos, 187
13.5 Diferença entre “construção” e “diátese”, 189
13.6 Valência nominal e adverbial, 191
13.7 Valência de alguns verbos, 192
Capítulo 14 Papéis temáticos, 197
14.1 Lista dos papéis temáticos, 197
14.2 Emparelhamento de papéis temáticos, 201
14.3 Problemas, 204
14.3.1 Uma lista em aberto, 204
14.3.2 Os papéis temáticos são esquemáticos, 205
Capítulo 15 O que uma diátese contém, 207
15.1 O que deve aparecer na diátese?, 207
15.2 Atribuição dos papéis temáticos, 210
15.3 Protótipos e regras de encadeamento, 214
15.3.1 Regras de encadeamento unívocas, 214
15.3.2 Regras de encadeamento múltiplas, 218
15.3.3 Ocorrência obrigatória de constituintes, 220
15.4 Definindo as diáteses, 221
15.5 Atribuição por ausência, 223
15.5.1 Atribuição com base no esquema, 223
15.5.2 Uma pergunta, 224
Capítulo 16 Verbos leves, 229
16.1 O que é um verbo leve, 229
16.2 O verbo leve na oração, 231
16.2.1 Semântica, 231
16.2.2 Sintaxe, 232
Capítulo 17 Valência dos nominais e dos advérbios, 234
17.1 Nominais, 234
17.2 Advérbios, 237
Capítulo 18 Sumário: papéis

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