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Paróquia

Sujeitos eclesiais são todos os batizados. No processo de conversão pastoral e estrutural são igualmente sujeitos as instâncias e organismos eclesiais. Comunidade de comunidades se efetiva na comunhão entre os vários sujeitos eclesiais, sejam eles pessoas ou estruturas. Iniciação à vida cristã quer tornar as pessoas adultas na fé, ou, em outras palavras, sujeitos eclesiais. Entre os três temas aqui abordados há uma profunda relação de complementaridade. (Extrato da obra).

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioIntroducao, 9
1 A emergencia do sujeito moderno e a interdependencia
entre o local e o global, 13
1.1 Ser sujeito na cultura contemporanea, 13
1.2 Comunidade de comunidades, o pluralismo
sociocultural e a conectividade, 17
2 Jesus, a Igreja primitiva e a dignidade dos sujeitos
sociais e eclesiais, 22
2.1 Jesus resgata a dignidade das pessoas, 22
2.2 O protagonismo eclesial de toda a comunidade na
Igreja primitiva, 25
2.3 A atualidade do axioma “cristaos nao nascem, se
tornam”, 30
2.4 A urgencia da consolidacao do binomio
comunidade-carismas e ministerios, 35
3 Comunidades de comunidades, sujeito eclesial e
iniciacao a vida crista: em busca da identidade, 41
3.1 A que se propoe a configuracao paroquial
comunidade de comunidades, a consolidacao de todos
os fieis como sujeitos eclesiais e a iniciacao a vida crista
de inspiracao catecumenal?, 41
3.2 Alargando o horizonte de compreensao de
comunidade de comunidades, sujeito eclesial e iniciacao
a vida crista, 46
3.3 A importancia das definicoes e seu contexto
eclesial, 52
3.4 Configurar-se de forma condizente com sua
autodefinicao, 57
3.5 Por uma cultura do encontro, 60
3.6 Iniciacao a vida crista, encontro entre dois
sujeitos: Jesus Cristo e o iniciando, 64
3.7 A Trindade e a espiritualidade da configuracao
eclesial comunidade de comunidades, da cidadania dos
cristaos sujeitos eclesiais e da iniciacao a vida crista, 67
4 As varias expressoes da concretizacao de comunidade
de comunidades, 73
4.1 O cristianismo e comunidade de comunidades, 73
4.2 A relacao entre Igreja local e Igreja universal e de
comunidade de comunidades, 75
4.3 Comunidade de comunidades no sacerdocio comum
de todos os batizados, 79
4.4 Comunidade de comunidades entre movimentos
eclesiais, associacoes religiosas e novas comunidades, 81
4.5 Presbitero, homem de comunhao eclesial, 83
4.6 Comunidade de comunidades no corpo
presbiteral,
5 Paroquia, comunidade de sujeitos eclesiais, 91
5.1 A partir do Concilio Vaticano II, uma Igreja que
reconhece os sujeitos sociais e culturais, 91
5.2 Vaticano II: uma Igreja que reconhece os sujeitos
eclesiais, 94
5.3 Sujeitos eclesiais na Igreja e na sociedade, sem
dicotomia, 96
5.4 Conselhos de Pastoral e assembleias paroquiais:
sujeitos de planejamento e decisoes, 100
5.5 Sinodalidade como expressao de fe e de
missionariedade, 106
5.6 Liturgia e comunidade de sujeitos celebrantes, 109
5.7 O economico como sujeito eclesial responsavel e
solidario, 115
5.8 Formacao: sujeito de amadurecimento eclesial –
A formacao dos sujeitos eclesiais, 119
5.9 A organizacao do laicato, 123
6 Os rostos dos diversos sujeitos eclesiais, 126
6.1 Um mosaico de muitas pecas, 126
6.2 O protagonismo da mulher na vida paroquial, 129
6.3 Pobres: “uma Igreja pobre para os pobres”
(EG, 198), 132
6.4 Comunidade e iniciando: sujeitos primordiais da iniciacao a vida crista, 135
Conclusao, 141
Referencias, 145
ISBN9788532663740
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 0.8cm
Edicao1
NrPaginas152

especificação

AutorJoao Fernandes Reinert,
Introdução, 9
1 A emergência do sujeito moderno e a interdependência
entre o local e o global, 13
1.1 Ser sujeito na cultura contemporânea, 13
1.2 Comunidade de comunidades, o pluralismo
sociocultural e a conectividade, 17
2 Jesus, a Igreja primitiva e a dignidade dos sujeitos
sociais e eclesiais, 22
2.1 Jesus resgata a dignidade das pessoas, 22
2.2 O protagonismo eclesial de toda a comunidade na
Igreja primitiva, 25
2.3 A atualidade do axioma “cristãos não nascem, se
tornam”, 30
2.4 A urgência da consolidação do binômio
comunidade-carismas e ministérios, 35
3 Comunidades de comunidades, sujeito eclesial e
iniciação à vida cristã: em busca da identidade, 41
3.1 A que se propõe a configuração paroquial
comunidade de comunidades, a consolidação de todos
os fiéis como sujeitos eclesiais e a iniciação à vida cristã
de inspiração catecumenal?, 41
3.2 Alargando o horizonte de compreensão de
comunidade de comunidades, sujeito eclesial e iniciação
à vida cristã, 46
3.3 A importância das definições e seu contexto
eclesial, 52
3.4 Configurar-se de forma condizente com sua
autodefinição, 57
3.5 Por uma cultura do encontro, 60
3.6 Iniciação à vida cristã, encontro entre dois
sujeitos: Jesus Cristo e o iniciando, 64
3.7 A Trindade e a espiritualidade da configuração
eclesial comunidade de comunidades, da cidadania dos
cristãos sujeitos eclesiais e da iniciação à vida cristã, 67
4 As várias expressões da concretização de comunidade
de comunidades, 73
4.1 O cristianismo é comunidade de comunidades, 73
4.2 A relação entre Igreja local e Igreja universal é de
comunidade de comunidades, 75
4.3 Comunidade de comunidades no sacerdócio comum
de todos os batizados, 79
4.4 Comunidade de comunidades entre movimentos
eclesiais, associações religiosas e novas comunidades, 81
4.5 Presbítero, homem de comunhão eclesial, 83
4.6 Comunidade de comunidades no corpo
presbiteral,
5 Paróquia, comunidade de sujeitos eclesiais, 91
5.1 A partir do Concílio Vaticano II, uma Igreja que
reconhece os sujeitos sociais e culturais, 91
5.2 Vaticano II: uma Igreja que reconhece os sujeitos
eclesiais, 94
5.3 Sujeitos eclesiais na Igreja e na sociedade, sem
dicotomia, 96
5.4 Conselhos de Pastoral e assembleias paroquiais:
sujeitos de planejamento e decisões, 100
5.5 Sinodalidade como expressão de fé e de
missionariedade, 106
5.6 Liturgia é comunidade de sujeitos celebrantes, 109
5.7 O econômico como sujeito eclesial responsável e
solidário, 115
5.8 Formação: sujeito de amadurecimento eclesial –
A formação dos sujeitos eclesiais, 119
5.9 A organização do laicato, 123
6 Os rostos dos diversos sujeitos eclesiais, 126
6.1 Um mosaico de muitas peças, 126
6.2 O protagonismo da mulher na vida paroquial, 129
6.3 Pobres: “uma Igreja pobre para os pobres”
(EG, 198), 132
6.4 Comunidade e iniciando: sujeitos primordiais da iniciação à vida cristã, 135
Conclusão, 141
Referências, 145

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