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Problemas gerais de linguística

Este livro aborda temas gerais de linguística em que o falante desempenha um papel essencial. São estudadas as relações entre a linguagem e as línguas, entre a língua e a realidade, entre a língua, a cultura e a sociedade, entre a língua e o pensamento. São abordados, também, os fenômenos da aquisição da linguagem, da tradução, da voz, do distúrbio de linguagem e da metalinguagem, entre outros assuntos. O esforço do autor, inspirado nos trabalhos de Saussure, Jakobson e Benveniste, se volta para a abertura da linguística às áreas conexas, o que coloca em debate o isolamento disciplinar da Linguística em virtude de sua crescente especialização. A intenção é, enfim, expor aos linguistas, sem dúvida, mas também aos não linguistas, interessados na linguagem humana, grandes “problemas” que rondam os estudos da linguagem.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

Sumario§ Apresentacao – A linguistica como reflexao antropologica, 15
§ I – Os problemas gerais de linguistica, 18
§ II – O Homo loquens, 24
§ III – A lingua no homem, 32
§ IV – Efeitos, 34
§ 1 A linguagem e as linguas, 37
§ 1.1 Introducao, 37
§ 1.2 A linguagem e uma propriedade humana, 43
§ 1.2.1 Humboldt, 48
§ 1.2.2 Saussure, 52
§ 1.2.3 Benveniste, 56
§ 1.2.4 Sintese, 61
§ 1.3 A linguagem se realiza nas linguas – O falante entre o universal e o
particular, 62
§ 1.3.1 A enunciacao, 66
§ 1.3.1.1 A posicao na linguagem, 70
§ 1.3.1.2 A autorreferencia, 73
§ 1.3.1.3 As formas especificas da enunciacao, 75
§ 1.4 Conclusao, 80
§ 2 A lingua e a realidade – O mundo da autorreferencia, 83
§ 2.1 Introducao, 83
§ 2.2 A autorreferencia – Delimitacao do campo, 85
§ 2.2.1 Primeira clivagem fundamental – A autorreferencia do “eu” e o cognitivo
da lingua, 86
§ 2.2.2 Segunda clivagem fundamental – Pessoa e nao pessoa, 89
§ 2.2.3 Terceira clivagem fundamental – O indicador “eu” e os demais
indicadores, 93
§ 2.2.4 O escopo da autorreferencia, 97
§ 2.3 A categoria da presenca, 103
§ 2.4 Conclusao, 108
§ 3 Lingua, sociedade e cultura, 109
§ 3.1 Introducao, 109
§ 3.2 A lingua contem a sociedade, 116
§ 3.2.1 A lingua e as instituicoes, 121
§ 3.2.2 O metodo, 123
§ 3.3 Uma abertura – O homem nao nasce na natureza, mas na cultura, 128
§ 3.4 Conclusao, 132
§ 4. A lingua e o pensamento, 137
§ 4.1 Introducao, 137
§ 4.2 Categorias de pensamento e categorias de lingua, 142
§ 4.3 O simbolo e o pensamento, 152
§ 4.3.1 A linguagem serve para viver, 156
§ 4.3.2 A lingua, o universal, o mundo, 157
§ 4.3.3 As linguas, os universais, os mundos – A traducao, 160
§ 4.4 Conclusao, 165
§ 5 Do infans ao Homo loquens – Sobre o nascimento de um falante no
universo de uma lingua, 169
§ 5.1 Introducao, 169
§ 5.2 Nao ha..., 174
§ 5.3 Nao e..., 181
§ 5.4 O que?, 187
§ 5.5 As linguas; uma lingua..., 197
§ 5.6 O universo da lingua, 201
§ 5.7 No universo de uma lingua nasce um falante, 208
§ 5.8 Conclusao, 211
§ 6 O falante e a traducao – A condicao tradutoria, 213
§ 6.1 Introducao, 213
§ 6.2 Os aspectos linguisticos da traducao, 215
§ 6.3 A classificacao das “especies de traducao”, 223
§ 6.3.1 A interpretacao como operacao metalinguistica, 226
§ 6.3.2 A traducao como interpretacao – O que isso quer dizer?, 229
§ 6.3.3 Equivalencia e interpretacao, 231
§ 6.4 A condicao tradutoria, 235
§ 6.4.1 A traducao como experiencia de metalinguagem, 236
§ 6.4.2 A lingua e as linguas, 241
§ 6.5 Conclusao, 244
§ 7 O falante e a voz – Uma antropologia da enunciacao, 245
§ 7.1 Introducao, 245
§ 7.2 A voz humana, uma desconhecida, 247
§ 7.2.1 O mutismo da voz no campo da linguistica, 250
§ 7.3 A lingua no homem – Uma antropologia da enunciacao, 258
§ 7.4 A voz no contexto de uma antropologia da enunciacao, 265
§ 7.5 Conclusao, 271
§ 8 O escafandro e a borboleta ou o testemunho da fala que falta ao
falante, 273
§ 8.1 Introducao, 273
§ 8.2 A testemunha e o testemunho, 279
§ 8.3 Entre o semiotico e o semantico – O hiato e a dissociacao, 287
§ 8.4 A afasia de Benveniste, 295
§ 8.5 Conclusao – Uma linguistica que fala da falha, 299
§ 9 O falante e o paradoxo da metalinguagem, 301
§ 9.1 Prologo – “O paradoxo do gramatico”, 301
§ 9.2 Introducao, 304
§ 9.3 A interpretancia da lingua, 308
§ 9.4 O comentario – O falante com etnografo de si na lingua, 316
§ 9.5 As tres linguas maternas de George Steiner, 320
§ 10 A lingua, o falante e os outros problemas gerais, 329
§ 10.1 Introducao, 329
§ 10.2 Da linguistica geral aos problemas gerais, 332
§ 10.3 Outros problemas gerais, 337
§ 10.3.1 Universal ou universais?, 338
§ 10.3.2 Origem das linguas e origem da linguagem, 345
§ 10.3.3 A lingua no homem, a comunicacao no animal, 347
§ 10.3.4 O problema do signo linguistico, 355
§ 10.3.5 A lingua e os demais sistemas semiologicos, 359
§ 10.3.6 As relacoes entre a forma e o sentido, 365
§ 10.4 Conclusao, 369
§ Anexo 1 – Amostra da producao em Linguistica Geral (1870-1933), 371
§ Anexo 2 – Breve cronologia de estudos sobre a origem das linguas e da
linguagem (sec. XVII-XX), 373
Indice de assuntos por capitulo, 375
Referencias, 381
ISBN9788532661944
Dimensoes16.0cm x 23.0cm x 1.8cm
Edicao1
NrPaginas400

especificação

AutorValdir do Nascimento Flores,
ColecoesCOLECAO DE LINGUISTICA
§ Apresentação – A linguística como reflexão antropológica, 15
§ I – Os problemas gerais de linguística, 18
§ II – O Homo loquens, 24
§ III – A língua no homem, 32
§ IV – Efeitos, 34
§ 1 A linguagem e as línguas, 37
§ 1.1 Introdução, 37
§ 1.2 A linguagem é uma propriedade humana, 43
§ 1.2.1 Humboldt, 48
§ 1.2.2 Saussure, 52
§ 1.2.3 Benveniste, 56
§ 1.2.4 Síntese, 61
§ 1.3 A linguagem se realiza nas línguas – O falante entre o universal e o
particular, 62
§ 1.3.1 A enunciação, 66
§ 1.3.1.1 A posição na linguagem, 70
§ 1.3.1.2 A autorreferência, 73
§ 1.3.1.3 As formas específicas da enunciação, 75
§ 1.4 Conclusão, 80
§ 2 A língua e a realidade – O mundo da autorreferência, 83
§ 2.1 Introdução, 83
§ 2.2 A autorreferência – Delimitação do campo, 85
§ 2.2.1 Primeira clivagem fundamental – A autorreferência do “eu” e o cognitivo
da língua, 86
§ 2.2.2 Segunda clivagem fundamental – Pessoa e não pessoa, 89
§ 2.2.3 Terceira clivagem fundamental – O indicador “eu” e os demais
indicadores, 93
§ 2.2.4 O escopo da autorreferência, 97
§ 2.3 A categoria da presença, 103
§ 2.4 Conclusão, 108
§ 3 Língua, sociedade e cultura, 109
§ 3.1 Introdução, 109
§ 3.2 A língua contém a sociedade, 116
§ 3.2.1 A língua e as instituições, 121
§ 3.2.2 O método, 123
§ 3.3 Uma abertura – O homem não nasce na natureza, mas na cultura, 128
§ 3.4 Conclusão, 132
§ 4. A língua e o pensamento, 137
§ 4.1 Introdução, 137
§ 4.2 Categorias de pensamento e categorias de língua, 142
§ 4.3 O símbolo e o pensamento, 152
§ 4.3.1 A linguagem serve para viver, 156
§ 4.3.2 A língua, o universal, o mundo, 157
§ 4.3.3 As línguas, os universais, os mundos – A tradução, 160
§ 4.4 Conclusão, 165
§ 5 Do infans ao Homo loquens – Sobre o nascimento de um falante no
universo de uma língua, 169
§ 5.1 Introdução, 169
§ 5.2 Não há..., 174
§ 5.3 Não é..., 181
§ 5.4 O quê?, 187
§ 5.5 As línguas; uma língua..., 197
§ 5.6 O universo da língua, 201
§ 5.7 No universo de uma língua nasce um falante, 208
§ 5.8 Conclusão, 211
§ 6 O falante e a tradução – A condição tradutória, 213
§ 6.1 Introdução, 213
§ 6.2 Os aspectos linguísticos da tradução, 215
§ 6.3 A classificação das “espécies de tradução”, 223
§ 6.3.1 A interpretação como operação metalinguística, 226
§ 6.3.2 A tradução como interpretação – O que isso quer dizer?, 229
§ 6.3.3 Equivalência e interpretação, 231
§ 6.4 A condição tradutória, 235
§ 6.4.1 A tradução como experiência de metalinguagem, 236
§ 6.4.2 A língua e as línguas, 241
§ 6.5 Conclusão, 244
§ 7 O falante e a voz – Uma antropologia da enunciação, 245
§ 7.1 Introdução, 245
§ 7.2 A voz humana, uma desconhecida, 247
§ 7.2.1 O mutismo da voz no campo da linguística, 250
§ 7.3 A língua no homem – Uma antropologia da enunciação, 258
§ 7.4 A voz no contexto de uma antropologia da enunciação, 265
§ 7.5 Conclusão, 271
§ 8 O escafandro e a borboleta ou o testemunho da fala que falta ao
falante, 273
§ 8.1 Introdução, 273
§ 8.2 A testemunha e o testemunho, 279
§ 8.3 Entre o semiótico e o semântico – O hiato e a dissociação, 287
§ 8.4 A afasia de Benveniste, 295
§ 8.5 Conclusão – Uma linguística que fala da falha, 299
§ 9 O falante e o paradoxo da metalinguagem, 301
§ 9.1 Prólogo – “O paradoxo do gramático”, 301
§ 9.2 Introdução, 304
§ 9.3 A interpretância da língua, 308
§ 9.4 O comentário – O falante com etnógrafo de si na língua, 316
§ 9.5 As três línguas maternas de George Steiner, 320
§ 10 A língua, o falante e os outros problemas gerais, 329
§ 10.1 Introdução, 329
§ 10.2 Da linguística geral aos problemas gerais, 332
§ 10.3 Outros problemas gerais, 337
§ 10.3.1 Universal ou universais?, 338
§ 10.3.2 Origem das línguas e origem da linguagem, 345
§ 10.3.3 A língua no homem, a comunicação no animal, 347
§ 10.3.4 O problema do signo linguístico, 355
§ 10.3.5 A língua e os demais sistemas semiológicos, 359
§ 10.3.6 As relações entre a forma e o sentido, 365
§ 10.4 Conclusão, 369
§ Anexo 1 – Amostra da produção em Linguística Geral (1870-1933), 371
§ Anexo 2 – Breve cronologia de estudos sobre a origem das línguas e da
linguagem (séc. XVII-XX), 373
Índice de assuntos por capítulo, 375
Referências, 381

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