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Rosto materno de Deus

Ensaio que lança uma ousada hipótese teológica sobre Maria Santíssima. Em Maria, o nosso Deus assume a forma feminina; em Maria, o feminino se eleva ao nível da divindade. Servindo-se dos aportes das ciências humanas, da antropologia teológica e da psicologia junguiana, vê Maria unida intimamente ao Espírito Santo e à Trindade. Analisa as verdades mariológicas em uma ótica humana, vigorosa e profunda.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioIntroducao: O feminino e a teologia, 13
1. Relevancia social e religiosa do feminino, 13
2. A pertinencia teologica do feminino, 15
PARTE I: O problema, 21
O feminino e a mariologia, 21
I. O feminino como principio organizador da mariologia, 23
1. Os fatos de fe acerca de Maria, 23
2. Ha um sentido unitario nos fatos?, 24
3. O nucleo unificador da mariologia, 26
4. O feminino como principio mariologico fundamental, 35
PARTE II: A analise, 41
O feminino no conflito das interpretacoes, 41
II. Obstaculos epistemologicos de base concernentes ao
feminino, 43
1. Nota a epistemologica, 44
2. Obstaculos na compreensao justa do feminino, 47
III. O feminino: uma aproximacao analitica, 55
1. A diferenca varao-mulher, 57
2. Reciprocidade varao-mulher, 63
3. Formas historicas da reciprocidade varao-mulher, 65
IV. O feminino: uma reflexao filosofica, 69
1. Pertinencia do pensar filosofico, 70
2. A sexualidade como estrutura ontologica do ser humano, 73
3. A estrutura fundamental do humano, 76
4. Masculino e feminino como dimensoes diferentes do
humano, 78
5. O mito como linguagem do masculino e feminino, 82
6. Conclusao: Seis proposicoes basicas sobre o feminino, 86
V. O feminino: uma meditacao teologica, 89
1. A pertinencia da meditacao teologica, 89
2. O que dizem as Escrituras e a tradicao da fe sobre o
feminino, 91
a) Judaismo e antifeminismo, 92
b) Jesus e a libertacao da mulher, 94
c) Igualdade e submissao: a ambiguidade do Novo
Testamento, 97
d) O antifeminismo da tradicao crista, 102
3. Principios para uma antropologia teologica do
feminino, 107
a) Igualdade criacional do varao e da mulher, 107
b) Reciprocidade varao-mulher, 109
c) O feminino: revelacao de Deus, 109
d) A mulher na Nova Alianca: a iniciativa da fe, 110
e) Principio feminino da salvacao, 111
f) A plenitude da mulher nao esta no varao, mas em
Deus, 112
4. Deus no feminino – o feminino em Deus, 113
a) O feminino: caminho do ser humano para Deus, 113
b) O feminino: caminho de Deus para o ser humano, 116
c) Deus-Mae: alguns testemunhos historicos, 119
d) Deus, principio ultimo de toda feminilidade: Deus, minha Mae, 126
e) Qual o sentido ultimo do feminino?, 129
5. Maria, antecipacao escatologica do feminino em sua absoluta realizacao: uma hipotese, 131
a) Estabelecimento de alguns pressupostos, 133
b) Alguns precursores da ideia, 135
c) A espiritualizacao do Espirito Santo em Maria, 138
PARTE III: A historia, 147
Miriam – Maria, 147
VI: Maria: a Miriam historica de Nazare, 149
1. A exiguidade informativa dos evangelhos sinoticos, 150
2. As narrativas da infancia: o predominio da teologia sobre
a historia, 152
3. Sao Joao: a funcao sacramental de Maria, 158
4. Tracos historicos de Maria, 161
5. A historia antecipa a escatologia, 165
PARTE IV: A teologia, 169
Maria, a Nossa Senhora da Fe, 169
Introducao: A gramatica divina, 171
VII. A Imaculada Conceicao: a culminancia da humanidade, 175
1. Que significa estar livre do pecado original?, 176
2. Que significa estar cheia de graca?, 180
VIII. A virgindade perpetua de Maria: o comeco da
humanidade divinizada, 182
1. A virgindade no conflito das interpretacoes, 182
2. A virgindade de Maria: seu sentido originario, 186
3. A virgindade antes do parto: o novo comeco do
mundo, 189
4. A virgindade de Maria no parto: o nascimento foi
conforme a natureza humano-divina de Jesus, 198
5. A virgindade depois do parto: dedicacao total a Cristo e ao Espirito, 201
6. Sentido antropologico e teologico da virgindade, 203
IX. A maternidade humana e divina de Maria, 207
1. A maternidade humana de Maria, 209
2. A maternidade divina de Maria, 213
a) Resposta a algumas objecoes, 214
b) As varias relacoes que a maternidade implica, 216
3. A santidade humana e divina de Maria, 221
X. Ressurreicao e Assuncao de Maria, 224
1. A morte como culminacao e integracao, 225
2. Que significa a assuncao para Maria?, 228
3. Que significa a assuncao para nos?, 230
4. Que significa a assuncao de Maria para Deus?, 232
XI. A solidariedade e mediacao universal de Maria, 234
1. O fundamento antropologico e ontologico da mediacao, 235
2. O unico misterio cristologico e pneumatico como base da
mediacao de Maria, 238
3. Como Maria concretamente se solidarizou, 243
XII. Maria, mulher profetica e libertadora, 247
1. A situacao opressora atual como lugar hermeneutico da
libertacao, 249
2. Maria, modelo dos anelos de libertacao dos oprimidos, 252
a) Contexto espiritual do Magnificat, 254
b) A dimensao libertadora do Magnificat de Maria, 258
3. Mostra-te como mae libertadora!, 264
PARTE V: A mitologia, 269
Maria, o templo do Espirito, a nova Eva, 269
XIII. O mito no conflito das interpretacoes, 271
1. O simbolo refaz e rediz a realidade, 272
2. Atualidade do mito, 275
a) A recuperacao do mito, 277
b) O mito como acesso a realidade, 279
XIV. Maria na linguagem dos mitos, 284
1. Mitologia paga e Maria: a historia comparada das
religioes, 285
2. Ma
ISBN9788532615480
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 1.8cm
IdiomaPortugues
Edicao11
NrPaginas272

especificação

AutorLeonardo Boff,
EditoraEditora Vozes
Introdução: O feminino e a teologia, 13
1. Relevância social e religiosa do feminino, 13
2. A pertinência teológica do feminino, 15
PARTE I: O problema, 21
O feminino e a mariologia, 21
I. O feminino como princípio organizador da mariologia, 23
1. Os fatos de fé acerca de Maria, 23
2. Há um sentido unitário nos fatos?, 24
3. O núcleo unificador da mariologia, 26
4. O feminino como princípio mariológico fundamental, 35
PARTE II: A análise, 41
O feminino no conflito das interpretações, 41
II. Obstáculos epistemológicos de base concernentes ao
feminino, 43
1. Nota a epistemológica, 44
2. Obstáculos na compreensão justa do feminino, 47
III. O feminino: uma aproximação analítica, 55
1. A diferença varão-mulher, 57
2. Reciprocidade varão-mulher, 63
3. Formas históricas da reciprocidade varão-mulher, 65
IV. O feminino: uma reflexão filosófica, 69
1. Pertinência do pensar filosófico, 70
2. A sexualidade como estrutura ontológica do ser humano, 73
3. A estrutura fundamental do humano, 76
4. Masculino e feminino como dimensões diferentes do
humano, 78
5. O mito como linguagem do masculino e feminino, 82
6. Conclusão: Seis proposições básicas sobre o feminino, 86
V. O feminino: uma meditação teológica, 89
1. A pertinência da meditação teológica, 89
2. O que dizem as Escrituras e a tradição da fé sobre o
feminino, 91
a) Judaísmo e antifeminismo, 92
b) Jesus e a libertação da mulher, 94
c) Igualdade e submissão: a ambiguidade do Novo
Testamento, 97
d) O antifeminismo da tradição cristã, 102
3. Princípios para uma antropologia teológica do
feminino, 107
a) Igualdade criacional do varão e da mulher, 107
b) Reciprocidade varão-mulher, 109
c) O feminino: revelação de Deus, 109
d) A mulher na Nova Aliança: a iniciativa da fé, 110
e) Princípio feminino da salvação, 111
f) A plenitude da mulher não está no varão, mas em
Deus, 112
4. Deus no feminino – o feminino em Deus, 113
a) O feminino: caminho do ser humano para Deus, 113
b) O feminino: caminho de Deus para o ser humano, 116
c) Deus-Mãe: alguns testemunhos históricos, 119
d) Deus, princípio último de toda feminilidade: Deus, minha Mãe, 126
e) Qual o sentido último do feminino?, 129
5. Maria, antecipação escatológica do feminino em sua absoluta realização: uma hipótese, 131
a) Estabelecimento de alguns pressupostos, 133
b) Alguns precursores da ideia, 135
c) A espiritualização do Espírito Santo em Maria, 138
PARTE III: A história, 147
Míriam – Maria, 147
VI: Maria: a Míriam histórica de Nazaré, 149
1. A exiguidade informativa dos evangelhos sinóticos, 150
2. As narrativas da infância: o predomínio da teologia sobre
a história, 152
3. São João: a função sacramental de Maria, 158
4. Traços históricos de Maria, 161
5. A história antecipa a escatologia, 165
PARTE IV: A teologia, 169
Maria, a Nossa Senhora da Fé, 169
Introdução: A gramática divina, 171
VII. A Imaculada Conceição: a culminância da humanidade, 175
1. Que significa estar livre do pecado original?, 176
2. Que significa estar cheia de graça?, 180
VIII. A virgindade perpétua de Maria: o começo da
humanidade divinizada, 182
1. A virgindade no conflito das interpretações, 182
2. A virgindade de Maria: seu sentido originário, 186
3. A virgindade antes do parto: o novo começo do
mundo, 189
4. A virgindade de Maria no parto: o nascimento foi
conforme a natureza humano-divina de Jesus, 198
5. A virgindade depois do parto: dedicação total a Cristo e ao Espírito, 201
6. Sentido antropológico e teológico da virgindade, 203
IX. A maternidade humana e divina de Maria, 207
1. A maternidade humana de Maria, 209
2. A maternidade divina de Maria, 213
a) Resposta a algumas objeções, 214
b) As várias relações que a maternidade implica, 216
3. A santidade humana e divina de Maria, 221
X. Ressurreição e Assunção de Maria, 224
1. A morte como culminação e integração, 225
2. Que significa a assunção para Maria?, 228
3. Que significa a assunção para nós?, 230
4. Que significa a assunção de Maria para Deus?, 232
XI. A solidariedade e mediação universal de Maria, 234
1. O fundamento antropológico e ontológico da mediação, 235
2. O único mistério cristológico e pneumático como base da
mediação de Maria, 238
3. Como Maria concretamente se solidarizou, 243
XII. Maria, mulher profética e libertadora, 247
1. A situação opressora atual como lugar hermenêutico da
libertação, 249
2. Maria, modelo dos anelos de libertação dos oprimidos, 252
a) Contexto espiritual do Magnificat, 254
b) A dimensão libertadora do Magnificat de Maria, 258
3. Mostra-te como mãe libertadora!, 264
PARTE V: A mitologia, 269
Maria, o templo do Espírito, a nova Eva, 269
XIII. O mito no conflito das interpretações, 271
1. O símbolo refaz e rediz a realidade, 272
2. Atualidade do mito, 275
a) A recuperação do mito, 277
b) O mito como acesso à realidade, 279
XIV. Maria na linguagem dos mitos, 284
1. Mitologia pagã e Maria: a história comparada das
religiões, 285
2. Ma

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