Sobre o livre-arbítrio - livrariavozes
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Sobre o livre-arbítrio

Na contemplação da suma sabedoria, que certamente não é a alma, mas o que é imutável, a alma também olha para si mesma, mutável, e, de algum modo, entra em si mesma. Mas isso não acontece a não ser pela diferença pela qual ela não é Deus e, no entanto, é algo que, depois de Deus, também pode agradar. Contudo, é melhor quando ela se esquece de si mesma por causa do amor pela imutabilidade de Deus ou despreza completamente a si mesma quando se compara com Ele.(Trecho da obra)

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioLIVRO I
O PECADO PROVEM DO LIVRE-ARBITRIO
Capitulo 1 – E Deus o autor do mal?, 9
Capitulo 2 – Antes de investigarmos a origem do mal, o que devemos
crer acerca de Deus, 11
Capitulo 3 – A concupiscencia e a causa do mal?, 13
Capitulo 4 – Objecao a respeito do homicidio cometido por medo: que
a concupiscencia e culpavel, 15
Capitulo 5 – Outra objecao a partir da morte de um agressor, licita
segundo as leis humanas, 18
Capitulo 6 – A nocao da lei eterna, moderadora das leis humanas, 20
Capitulo 7 – Como o homem esta ordenado a um fim segundo a lei
eterna e como esse fim manifesta que saber e melhor que meramente
viver, 23
Capitulo 8 – A razao que faz o homem superior aos animais selvagens
deve tambem prevalecer nele, 26
Capitulo 9 – A diferenca entre o sabio e o tolo esta no dominio ou
servidao da mente, 27
Capitulo 10 – Por nada e forcada a mente a servir as paixoes, 29
Capitulo 11 – A mente que de sua livre vontade serve a paixao
desordenada e justamente punida, 30
Capitulo 12 – Os que servem as paixoes desordenadas sofrem com
justica as penas desta vida mortal, ainda que nunca tenham sido
sabios, 32
Capitulo 13 – Por nossa vontade vivemos uma vida feliz ou uma vida
infeliz, 35
Capitulo 14 – Por que poucos chegam a ser felizes, se todos o querem?, 39
Capitulo 15 – Qual a extensao e quanto vale a lei eterna e a lei
temporal, 40
Capitulo 16 – Epilogo dos capitulos anteriores, 44
LIVRO II
DE DEUS VEM O LIVRE-ARBITRIO
Capitulo 1 – Por que Deus nos deu a liberdade, pela qual se peca?, 47
Capitulo 2 – Objecao: Se o livre-arbitrio foi dado para o bem, como
pode se voltar ao mal?, 49
Capitulo 3 – Para que se manifeste a existencia de Deus, e preciso
investigar o que e o mais elevado no homem, 52
Capitulo 4 – O sentido interior percebe o proprio sentir, mas distingue
a si mesmo?, 58
Capitulo 5 – O sentido interior e superior aos sentidos exteriores, dos
quais e moderador e juiz, 59
Capitulo 6 – A razao e superior a tudo mais que ha no ser humano,
e se ha algo maior que ela, e Deus, 61
Capitulo 7 – Como uma mesma coisa e percebida por muitos e por cada
um, na sua totalidade e em suas partes, 63
Capitulo 8 – Nenhum sentido corporal percebe a razao dos numeros e
ela e una e imutavel para cada inteligencia que a percebe, 67
Capitulo 9 – O que e a sabedoria, sem a qual ninguem e feliz, e se ela e
uma so em todos os sabios, 71
Capitulo 10 – Una e a luz da sabedoria e comum a todos os sabios, 75
Capitulo 11 – A sabedoria e o numero sao uma mesma coisa ou uma
existe a partir da outra ou na outra?, 78
Capitulo 12 – A verdade e una e imutavel em todos os seres e e
superior a nossa mente, 81
Capitulo 13 – Exortacao a abracar a verdade que e a una que nos faz
feliz, 83
Capitulo 14 – A verdade se possui com seguranca, 85
Capitulo 15 – A existencia de Deus e conhecida com certeza a partir do
raciocinio explicitado, 87
Capitulo 16 – A sabedoria se mostra no caminho dos que a buscam
com afinco atraves dos numeros impressos nas coisas, 89
Capitulo 17 – Todo bem e perfeicao existem a partir de Deus, 92
Capitulo 18 – A vontade livre e um bem?, 94
Capitulo 19 – Bens grandes, minimos e medios – A liberdade esta no
meio, 97
Capitulo 20 – O movimento pelo qual a vontade se aparta do bem
imutavel nao procede de Deus, 100
LIVRO III
O LIVRE-ARBITRIO VEM DE DEUS COMO UM BEM
AO SER HUMANO
Capitulo 1 – De onde vem o movimento pelo qual a vontade se aparta
do bem imutavel, 103
Capitulo 2 – Como a presciencia de Deus nao suprime a liberdade dos
que pecam, questao que afeta a muitos, 107
Capitulo 3 – A presciencia de Deus nao faz com que deixemos de pecar
pela vontade livre, 109
Capitulo 4 – A presciencia de Deus nao nos forca a pecar e, por isso,
pune justamente os pecados, 113
Capitulo 5 – Devemos louvar a Deus tambem pelas criaturas que
pecaram e que sao infelizes, 115
Capitulo 6 – Ninguem dira com razao que prefere nao ser a ser infeliz, 121
Capitulo 7 – O ser e amado tambem pelos infelizes, pois o receberam
do sumo ser, 122
Capitulo 8 – Ninguem escolhe o nao ser, nem aqueles que cometem
suicidio, 124
Capitulo 9 – A miseria das almas pecadoras contribui para a perfeicao
do universo, 126
Capitulo 10 – Com que direito o diabo entrou em posse do homem e
com que direito Deus o libertou, 131
Capitulo 11 – Permanecendo na justica ou nao, a criatura contribui a
beleza do universo, 133
Capitulo 12 – O governo do universo nao se perturbaria ainda que
todos os anjos pecassem, 135
Capitulo 13 – A corrupcao da criatura e a censura de seus vicios
manifesta a bondade, 137
Capitulo 14 – Nem toda a corrupcao e digna de censura, 139
Capitulo 15 – Os defeitos das criaturas nem sempre sao culpaveis, 142
Capitulo 16 – Nao podemos imputar a Deus os nossos pecados, 144
Capitulo 17 – A vontade e a primeira causa do pecado, 146
Capitulo 18 – Pode alguem pecar naquilo que nao pode evitar?, 148
Capitulo 19 – A ignorancia e a dificuld
ISBN9786557133903
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 0.9cm
Edicao1
NrPaginas176

especificação

AutorSanto Agostinho ,
ColecoesPENSAMENTO HUMANO
LIVRO I
O PECADO PROVÉM DO LIVRE-ARBÍTRIO
Capítulo 1 – É Deus o autor do mal?, 9
Capítulo 2 – Antes de investigarmos a origem do mal, o que devemos
crer acerca de Deus, 11
Capítulo 3 – A concupiscência é a causa do mal?, 13
Capítulo 4 – Objeção a respeito do homicídio cometido por medo: que
a concupiscência é culpável, 15
Capítulo 5 – Outra objeção a partir da morte de um agressor, lícita
segundo as leis humanas, 18
Capítulo 6 – A noção da lei eterna, moderadora das leis humanas, 20
Capítulo 7 – Como o homem está ordenado a um fim segundo a lei
eterna e como esse fim manifesta que saber é melhor que meramente
viver, 23
Capítulo 8 – A razão que faz o homem superior aos animais selvagens
deve também prevalecer nele, 26
Capítulo 9 – A diferença entre o sábio e o tolo está no domínio ou
servidão da mente, 27
Capítulo 10 – Por nada é forçada a mente a servir as paixões, 29
Capítulo 11 – A mente que de sua livre vontade serve à paixão
desordenada é justamente punida, 30
Capítulo 12 – Os que servem às paixões desordenadas sofrem com
justiça as penas desta vida mortal, ainda que nunca tenham sido
sábios, 32
Capítulo 13 – Por nossa vontade vivemos uma vida feliz ou uma vida
infeliz, 35
Capítulo 14 – Por que poucos chegam a ser felizes, se todos o querem?, 39
Capítulo 15 – Qual a extensão e quanto vale a lei eterna e a lei
temporal, 40
Capítulo 16 – Epílogo dos capítulos anteriores, 44
LIVRO II
DE DEUS VEM O LIVRE-ARBÍTRIO
Capítulo 1 – Por que Deus nos deu a liberdade, pela qual se peca?, 47
Capítulo 2 – Objeção: Se o livre-arbítrio foi dado para o bem, como
pode se voltar ao mal?, 49
Capítulo 3 – Para que se manifeste a existência de Deus, é preciso
investigar o que é o mais elevado no homem, 52
Capítulo 4 – O sentido interior percebe o próprio sentir, mas distingue
a si mesmo?, 58
Capítulo 5 – O sentido interior é superior aos sentidos exteriores, dos
quais é moderador e juiz, 59
Capítulo 6 – A razão é superior a tudo mais que há no ser humano,
e se há algo maior que ela, é Deus, 61
Capítulo 7 – Como uma mesma coisa é percebida por muitos e por cada
um, na sua totalidade e em suas partes, 63
Capítulo 8 – Nenhum sentido corporal percebe a razão dos números e
ela é una e imutável para cada inteligência que a percebe, 67
Capítulo 9 – O que é a sabedoria, sem a qual ninguém é feliz, e se ela é
uma só em todos os sábios, 71
Capítulo 10 – Una é a luz da sabedoria e comum a todos os sábios, 75
Capítulo 11 – A sabedoria e o número são uma mesma coisa ou uma
existe a partir da outra ou na outra?, 78
Capítulo 12 – A verdade é una e imutável em todos os seres e é
superior à nossa mente, 81
Capítulo 13 – Exortação a abraçar a verdade que é a una que nos faz
feliz, 83
Capítulo 14 – A verdade se possui com segurança, 85
Capítulo 15 – A existência de Deus é conhecida com certeza a partir do
raciocínio explicitado, 87
Capítulo 16 – A sabedoria se mostra no caminho dos que a buscam
com afinco através dos números impressos nas coisas, 89
Capítulo 17 – Todo bem e perfeição existem a partir de Deus, 92
Capítulo 18 – A vontade livre é um bem?, 94
Capítulo 19 – Bens grandes, mínimos e médios – A liberdade está no
meio, 97
Capítulo 20 – O movimento pelo qual a vontade se aparta do bem
imutável não procede de Deus, 100
LIVRO III
O LIVRE-ARBÍTRIO VEM DE DEUS COMO UM BEM
AO SER HUMANO
Capítulo 1 – De onde vem o movimento pelo qual a vontade se aparta
do bem imutável, 103
Capítulo 2 – Como a presciência de Deus não suprime a liberdade dos
que pecam, questão que afeta a muitos, 107
Capítulo 3 – A presciência de Deus não faz com que deixemos de pecar
pela vontade livre, 109
Capítulo 4 – A presciência de Deus não nos força a pecar e, por isso,
pune justamente os pecados, 113
Capítulo 5 – Devemos louvar a Deus também pelas criaturas que
pecaram e que são infelizes, 115
Capítulo 6 – Ninguém dirá com razão que prefere não ser a ser infeliz, 121
Capítulo 7 – O ser é amado também pelos infelizes, pois o receberam
do sumo ser, 122
Capítulo 8 – Ninguém escolhe o não ser, nem aqueles que cometem
suicídio, 124
Capítulo 9 – A miséria das almas pecadoras contribui para a perfeição
do universo, 126
Capítulo 10 – Com que direito o diabo entrou em posse do homem e
com que direito Deus o libertou, 131
Capítulo 11 – Permanecendo na justiça ou não, a criatura contribui à
beleza do universo, 133
Capítulo 12 – O governo do universo não se perturbaria ainda que
todos os anjos pecassem, 135
Capítulo 13 – A corrupção da criatura e a censura de seus vícios
manifesta a bondade, 137
Capítulo 14 – Nem toda a corrupção é digna de censura, 139
Capítulo 15 – Os defeitos das criaturas nem sempre são culpáveis, 142
Capítulo 16 – Não podemos imputar a Deus os nossos pecados, 144
Capítulo 17 – A vontade é a primeira causa do pecado, 146
Capítulo 18 – Pode alguém pecar naquilo que não pode evitar?, 148
Capítulo 19 – A ignorância e a dificuld

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