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Teatro Grego

“Se em Ésquilo o teatro é uma teomorfização e suas personagens são mais gigantes que seres humanos, uma vez que sua tragédia é um confronto entre o Hades e o Olimpo; se já em Sófocles, com seu antropocentrismo, observa-se um certo distanciamento, com os deuses agindo pela voz dos Oráculos e dos Adivinhos e a Moira como causa segunda, nota-se, nas peças de Eurípedes uma consciente dessacralização do mito com uma consequente proletarização da tragédia. Das trevas de Elêusis de Ésquilo aos píncaros do Olimpo de Sófocles, a tragédia de Eurípedes desceu para as ruas de Atenas. Moira, a fatalidade cega de Ésquilo, e Lógos, a razão socrática de Sófocles, transmutaram-se em Eurípedes em ÉROS, a força da paixão. Como diz a própria Medeia, vinte e dois séculos antes de Pascal, o coração tem razões que a própria razão desconhece (med. 1080). (Trecho da obra)

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioPrologo da segunda edicao, 7
1 Tragedia grega, 9
1.1 Tragedia grega: Dioniso ou Baco, 9
1.2 Metron e tragedia, 11
1.3 Aristoteles define a tragedia, 13
1.4 Heroi e desfecho, 15
2 Esquilo, 18
2.1 O teatro das catastrofes inevitaveis, 18
2.2 Um guenos maldito, 22
2.3 Duas leituras da Orestia: A maldicao familiar na
Themis (direito antigo) e na Dike (direito novo), e a teoria
da ginecocracia, consoante Johann Jakob Bachofen, 25
3 Sofocles, 44
3.1 A maldicao dos labdacidas: Conceito de guenos e de
maldicao familiar, 44
3.2 A maldicao dos labdacidas, 46
3.3 Edipo Rei, 48
3.4 O teatro de Sofocles: Moira e concausancia. Freud e
Bachofen: duas teses, 50
3.5 Antigona, um reflexo da sofistica: Lei da polis e lei da
consciencia, 61
4 Euripides, 71
4.1 A nova estrutura tragica, 71
4.2 O mito de Medeia, 75
4.3 Medeia, 79
5 Aristofanes, 90
5.1 Comedia Antiga, 90
5.2 Aristofanes, 97
5.3 As ras, 100
5.3.1 Argumento, 104
5.4 A tragedia e analisada no Hades, 106
6 Comedia nova (Nea), 117
6.1 Da polis a familia, 117
6.2 Menandro, 121
6.3 Duvscolo?: O misantropo, 123
6.3.1 Uma comedia bem comportada, 125
ISBN9788532604514
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 0.7cm
IdiomaPortugues
Edicao13
NrPaginas152

especificação

AutorJunito de Souza Brandao,
EditoraEditora Vozes
Prólogo da segunda edição, 7
1 Tragédia grega, 9
1.1 Tragédia grega: Dioniso ou Baco, 9
1.2 Métron e tragédia, 11
1.3 Aristóteles define a tragédia, 13
1.4 Herói e desfecho, 15
2 Ésquilo, 18
2.1 O teatro das catástrofes inevitáveis, 18
2.2 Um guénos maldito, 22
2.3 Duas leituras da Oréstia: A maldição familiar na
Thémis (direito antigo) e na Díke (direito novo), e a teoria
da ginecocracia, consoante Johann Jakob Bachofen, 25
3 Sófocles, 44
3.1 A maldição dos labdácidas: Conceito de guénos e de
maldição familiar, 44
3.2 A maldição dos labdácidas, 46
3.3 Édipo Rei, 48
3.4 O teatro de Sófocles: Moira e concausância. Freud e
Bachofen: duas teses, 50
3.5 Antígona, um reflexo da sofística: Lei da polis e lei da
consciência, 61
4 Eurípides, 71
4.1 A nova estrutura trágica, 71
4.2 O mito de Medeia, 75
4.3 Medeia, 79
5 Aristófanes, 90
5.1 Comédia Antiga, 90
5.2 Aristófanes, 97
5.3 As rãs, 100
5.3.1 Argumento, 104
5.4 A tragédia é analisada no Hades, 106
6 Comédia nova (Néa), 117
6.1 Da pólis à família, 117
6.2 Menandro, 121
6.3 Duvscolo?: O misantropo, 123
6.3.1 Uma comédia bem comportada, 125

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