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Vida para além da morte

Esta obra é baseada nas mais recentes pesquisas da Teologia, da exegese e na mais pura tradição cristã. O autor busca mostrar, numa linguagem moderna, toda a significação e todo o valor atual das grandes realidades: morte, inferno, purgatório, céu, paraíso, juízo final e o futuro do mundo.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioIntroducao, 15
CAPITULO I
MORTE E JUIZO, INFERNO, PURGATORIO E PARAISO:
COMO SABEMOS?, 17
1. Dando as razoes de nossa esperanca, 18
2. O homem e um no de pulsoes e relacoes, 19
3. O principio-esperanca, fonte de utopias, 22
4. Fe como decisao radical para um sentido, 23
5. No cristianismo a utopia se tornou topia, 25
6. A religiao da jovialidade: “Mesmo que Ele me mate,
ainda assim espero nele”, 28
7. Escatologia: falar a partir do presente em funcao do
futuro, 29
8. Por que a terra, se o ceu e que conta?, 31
9. Por que o ceu, se a terra e que conta?, 32
10. Nem tanto ao ceu nem tanto a terra: o ceu comeca na
terra, 34
CAPITULO II
A MORTE, O LUGAR DO VERDADEIRO NASCIMENTO
DO HOMEM, 41
1. A morte como fim-plenitude da vida, 41
2. As duas curvas existenciais, 42
3. Que e afinal o homem?, 45
4. A morte como cisao e passagem, 46
5. A morte como o verdadeiro natal do homem, 48
6. A ressurreicao como o toque final da hominizacao, 49
7. O homem ressuscita na morte e na consumacao do
mundo, 50
8. Como sera o corpo ressuscitado?, 51
9. Conclusao: fim dos caminhos de Deus, o corpo, 52
CAPITULO III
DECISAO FINAL E JUIZO: NA MORTE, 55
1. A morte como crise radical, de-cisao e juizo, 55
2. E entao cairao todas as mascaras..., 57
3. O juizo comeca ja em vida, 60
4. “Estai de sobreaviso e vigiai”, 61
CAPITULO IV
PURGATORIO: PROCESSO DE PLENO
AMADURECIMENTO DIANTE DE DEUS, 65
1. O processo de amadurecimento pleno do homem diante
de Deus, 65
2. Para um purgatorio do purgatorio, 66
3. O purgatorio, uma reflexao teologica a partir da Biblia, 69
4. O purgatorio como crise-acrisolamento na morte, 71
5. As felizes almas do purgatorio, 73
6. As nossas oracoes pelos homens no estado de purgatorio, 74
7. Ja podemos antecipar aqui na terra o purgatorio, 75
CAPITULO V
O CEU: A ABSOLUTA REALIZACAO HUMANA, 79
1. Por que propriamente ceu?, 80
2. O ceu e profundamente humano, 81
3. O ceu como a patria e o lar da identidade, 83
4. As imagens biblicas do ceu, 85
a) O ceu como um banquete nupcial, 85
b) O ceu como visao beatifica, 87
c) O ceu como vida eterna, 87
d) O ceu como vitoria, 88
e) O ceu como total reconciliacao, 90
5. Ceu como Deus: tudo em todas as coisas, 91
6. A grandeza e a essencia do mundo e ser ponte, 92
7. No ceu veremos Deus assim como Ele e, 92
8. No ceu seremos todos Cristo?, 93
9. Se o ceu for descanso..., 94
10. O ceu comeca na terra, 96
CAPITULO VI
O INFERNO: A ABSOLUTA FRUSTRACAO HUMANA, 98
1. O cristianismo como a religiao do amor, do Deus que e
homem, do homem novo e do futuro absoluto, 98
2. O cristianismo como uma religiao que toma o homem
absolutamente a serio, 100
3. O homem possui uma dignidade absoluta: de poder
concorrer com Deus e dizer-lhe um nao, 101
4. O homem relativo pode criar algo de absoluto, 101
5. O inferno existe, mas nao e aquele dos diabinhos com
chifres, 102
6. O que a Sagrada Escritura diz sobre o inferno, 103
a) O inferno como fogo inextinguivel, 104
b) O inferno como choro e ranger de dentes, 105
c) O inferno como as trevas exteriores, 105
d) O inferno como carcere, 105
e) O inferno como um verme que nao morre, 105
f) O inferno como morte, segunda morte e condenacao, 106
g) Valor destas imagens, 106
7. O inferno como existencia absurda, 106
8. E possivel o homem criar-se um inferno e dizer nao a
felicidade?, 108
9. Podemos ir ao inferno so por causa de um pecado
mortal?, 110
10. Conclusao: o realismo cristao, 111
CAPITULO VII
O ANTICRISTO ESTA NA HISTORIA, 114
1. “Historia bi-frons”: Cristo e Anticristo, 114
2. O misterio da iniquidade: o Anticristo, 116
3. O Anticristo no Novo Testamento: “veio dos nossos, mas
nao era dos nossos”, 119
4. O Anticristo esta na historia: vigiai!, 121
CAPITULO VIII
O FUTURO DO MUNDO: TOTAL CRISTIFICACAO E
DIVINIZACAO, 124
1. O fim ja presente no comeco e no meio, 125
2. Qual e o futuro do cosmos?, 127
3. Um modelo antecipado do fim: Jesus Cristo ressuscitado, 129
4. Quando se alcancara a meta final?, 130
5. O que Cristo ensinou sobre o fim do mundo?, 132
6. Conclusao: o cristao e um permanente “paroquiano”, 136
CAPITULO IX
COMO SERA O FIM: CATASTROFE OU PLENITUDE?, 140
1. O que e escatologia e o que e apocaliptica?, 140
2. O modelo de representacao apocaliptico, 143
3. O modelo de representacao teilhardiano, 145
4. Nao sabemos nem como nem quando, 147
5. Futuro imanente do mundo tecnico e futuro
transcendente do mundo, 148
6. A vinda de Cristo como graca e juizo ja esta ocorrendo, 151
CAPITULO X
ENFIM VER-SE-A: DEUS ESCREVEU DIREITO POR
LINHAS TORTAS: O JUIZO FINAL, 155
1. A comunhao de todos com tudo, 155
2. ...E aparecera o plano de Deus, 158
CAPITULO XI
UMA ESPIRITUALIDADE ESCATOLOGICA: SABOREAR
DEUS NA FRAGILIDADE HUMANA E FESTEJA-LO NA
CADUCIDADE DO MUNDO, 161
1. O ja e o ainda-nao: a festa e a contestacao, 162
2. O crux, ave, spes unica, 165
3. Venha a nos o vosso Reino!, 167
4. A verdade nao e o que e, mas o que ainda sera, 168
ISBN9788532604880
Dimensoes13.7cm x 21.0cm x 1.3cm
IdiomaPortugues
Edicao26
NrPaginas248

especificação

AutorLeonardo Boff,
EditoraEditora Vozes
Introdução, 15
CAPÍTULO I
MORTE E JUÍZO, INFERNO, PURGATÓRIO E PARAÍSO:
COMO SABEMOS?, 17
1. Dando as razões de nossa esperança, 18
2. O homem é um nó de pulsões e relações, 19
3. O princípio-esperança, fonte de utopias, 22
4. Fé como decisão radical para um sentido, 23
5. No cristianismo a utopia se tornou topia, 25
6. A religião da jovialidade: “Mesmo que Ele me mate,
ainda assim espero nele”, 28
7. Escatologia: falar a partir do presente em função do
futuro, 29
8. Por que a terra, se o céu é que conta?, 31
9. Por que o céu, se a terra é que conta?, 32
10. Nem tanto ao céu nem tanto à terra: o céu começa na
terra, 34
CAPÍTULO II
A MORTE, O LUGAR DO VERDADEIRO NASCIMENTO
DO HOMEM, 41
1. A morte como fim-plenitude da vida, 41
2. As duas curvas existenciais, 42
3. Que é afinal o homem?, 45
4. A morte como cisão e passagem, 46
5. A morte como o verdadeiro natal do homem, 48
6. A ressurreição como o toque final da hominização, 49
7. O homem ressuscita na morte e na consumação do
mundo, 50
8. Como será o corpo ressuscitado?, 51
9. Conclusão: fim dos caminhos de Deus, o corpo, 52
CAPÍTULO III
DECISÃO FINAL E JUÍZO: NA MORTE, 55
1. A morte como crise radical, de-cisão e juízo, 55
2. E então cairão todas as máscaras..., 57
3. O juízo começa já em vida, 60
4. “Estai de sobreaviso e vigiai”, 61
CAPÍTULO IV
PURGATÓRIO: PROCESSO DE PLENO
AMADURECIMENTO DIANTE DE DEUS, 65
1. O processo de amadurecimento pleno do homem diante
de Deus, 65
2. Para um purgatório do purgatório, 66
3. O purgatório, uma reflexão teológica a partir da Bíblia, 69
4. O purgatório como crise-acrisolamento na morte, 71
5. As felizes almas do purgatório, 73
6. As nossas orações pelos homens no estado de purgatório, 74
7. Já podemos antecipar aqui na terra o purgatório, 75
CAPÍTULO V
O CÉU: A ABSOLUTA REALIZAÇÃO HUMANA, 79
1. Por que propriamente céu?, 80
2. O céu é profundamente humano, 81
3. O céu como a pátria e o lar da identidade, 83
4. As imagens bíblicas do céu, 85
a) O céu como um banquete nupcial, 85
b) O céu como visão beatífica, 87
c) O céu como vida eterna, 87
d) O céu como vitória, 88
e) O céu como total reconciliação, 90
5. Céu como Deus: tudo em todas as coisas, 91
6. A grandeza e a essência do mundo é ser ponte, 92
7. No céu veremos Deus assim como Ele é, 92
8. No céu seremos todos Cristo?, 93
9. Se o céu for descanso..., 94
10. O céu começa na terra, 96
CAPÍTULO VI
O INFERNO: A ABSOLUTA FRUSTRAÇÃO HUMANA, 98
1. O cristianismo como a religião do amor, do Deus que é
homem, do homem novo e do futuro absoluto, 98
2. O cristianismo como uma religião que toma o homem
absolutamente a sério, 100
3. O homem possui uma dignidade absoluta: de poder
concorrer com Deus e dizer-lhe um não, 101
4. O homem relativo pode criar algo de absoluto, 101
5. O inferno existe, mas não é aquele dos diabinhos com
chifres, 102
6. O que a Sagrada Escritura diz sobre o inferno, 103
a) O inferno como fogo inextinguível, 104
b) O inferno como choro e ranger de dentes, 105
c) O inferno como as trevas exteriores, 105
d) O inferno como cárcere, 105
e) O inferno como um verme que não morre, 105
f) O inferno como morte, segunda morte e condenação, 106
g) Valor destas imagens, 106
7. O inferno como existência absurda, 106
8. É possível o homem criar-se um inferno e dizer não à
felicidade?, 108
9. Podemos ir ao inferno só por causa de um pecado
mortal?, 110
10. Conclusão: o realismo cristão, 111
CAPÍTULO VII
O ANTICRISTO ESTÁ NA HISTÓRIA, 114
1. “História bi-frons”: Cristo e Anticristo, 114
2. O mistério da iniquidade: o Anticristo, 116
3. O Anticristo no Novo Testamento: “veio dos nossos, mas
não era dos nossos”, 119
4. O Anticristo está na história: vigiai!, 121
CAPÍTULO VIII
O FUTURO DO MUNDO: TOTAL CRISTIFICAÇÃO E
DIVINIZAÇÃO, 124
1. O fim já presente no começo e no meio, 125
2. Qual é o futuro do cosmos?, 127
3. Um modelo antecipado do fim: Jesus Cristo ressuscitado, 129
4. Quando se alcançará a meta final?, 130
5. O que Cristo ensinou sobre o fim do mundo?, 132
6. Conclusão: o cristão é um permanente “paroquiano”, 136
CAPÍTULO IX
COMO SERÁ O FIM: CATÁSTROFE OU PLENITUDE?, 140
1. O que é escatologia e o que é apocalíptica?, 140
2. O modelo de representação apocalíptico, 143
3. O modelo de representação teilhardiano, 145
4. Não sabemos nem como nem quando, 147
5. Futuro imanente do mundo técnico e futuro
transcendente do mundo, 148
6. A vinda de Cristo como graça e juízo já está ocorrendo, 151
CAPÍTULO X
ENFIM VER-SE-Á: DEUS ESCREVEU DIREITO POR
LINHAS TORTAS: O JUÍZO FINAL, 155
1. A comunhão de todos com tudo, 155
2. ...E aparecerá o plano de Deus, 158
CAPÍTULO XI
UMA ESPIRITUALIDADE ESCATOLÓGICA: SABOREAR
DEUS NA FRAGILIDADE HUMANA E FESTEJÁ-LO NA
CADUCIDADE DO MUNDO, 161
1. O já e o ainda-não: a festa e a contestação, 162
2. O crux, ave, spes unica, 165
3. Venha a nós o vosso Reino!, 167
4. A verdade não é o que é, mas o que ainda será, 168

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