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Construcionalização e mudanças construcionais

Neste livro seguimos uma abordagem construcional da mudança linguística. De uma perspectiva sincrônica, conforme tem sido sugerido por vários pesquisadores da linguística cognitiva, entre eles Goldberg (2006) e Langacker (2008), em um modelo construcional a língua é conceitualizada como sendo constituída de pareamentos de forma-significado ou “construções” organizadas em rede. A questão de que nos ocupamos é: Como podemos explicar a mudança no sistema linguístico, dado esse modelo de língua? Nosso foco é desenvolver modos de refletir sobre a criação e a natureza das mudanças nas construções, entendidas como “unidades simbólicas convencionais”. As construções são convencionais porque são compartilhadas por um grupo de falantes. Elas são simbólicas porque são signos, associações tipicamente arbitrárias de forma e significado. E são unidades porque algum aspecto do signo é tão idiossincrático ou tão frequente que o signo é fixado como um pareamento forma significado na mente do usuário da língua.

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Resumo

Sumário

Ficha técnica

Especificações

SumarioPrefacio da serie, 11
Agradecimentos, 13
Figuras e quadros, 15
Lista de abreviacoes, 17
Notacoes, 19
Bancos de dados e corpora eletronicos, 21
1 O modelo teorico, 25
1.1 Introducao, 25
1.2 Abordagens construcionais da lingua, 27
1.2.1 Gramatica de construcoes de Berkeley, 29
1.2.2 Gramatica de construcoes baseada no signo, 29
1.2.3 Gramatica de construcoes cognitiva, 30
1.2.4 Gramatica de construcoes radical, 33
1.2.5 Gramatica cognitiva, 34
1.2.6 Nossa representacao de construcoes, 36
1.3 Redes e gramatica de construcoes, 36
1.4 Construcoes e fatores relevantes, 40
1.4.1 Caracterizacao das construcoes, 40
1.4.2 Esquematicidade, produtividade e composicionalidade, 44
1.4.2.1 Esquematicidade, 44
1.4.2.2 Produtividade, 50
1.4.2.3 Composicionalidade, 53
1.5 Uma visao construcional de mudanca, 55
1.5.1 Uma caracterizacao e exemplo de construcionalizacao, 57
1.5.2 Mudancas construcionais, 64
1.5.3 A relacao entre mudancas construcionais e construcionalizacao, 66
1.5.4 Construcionalizacao instantanea, 69
1.6 Trabalhos diacronicos particularmente relevantes para este livro, 71
1.6.1 ‘Construcao’ como usado na linguistica historica precedente, 72
1.6.2 Gramaticalizacao, 73
1.6.3 Lexicalizacao, 75
1.6.4 Mecanismos de mudanca, 78
1.6.4.1 Neoanalise (‘reanalise’), 79
1.6.4.2 Analogizacao (‘analogia’), 81
1.6.5 Trabalhos sobre a gramatica de construcoes diacronica, 84
1.7 Evidencia, 87
1.8 Sumario e esboco do livro, 91
2 Uma abordagem da mudanca do signo baseada no uso, 95
2.1 Introducao, 95
2.2 Modelos baseados no uso, 97
2.2.1 Armazenamento como uma unidade, 99
2.2.2 Sancao, 102
2.3 Redes em um modelo baseado no uso, 103
2.3.1 A relacao entre redes, processamento de lingua e aprendizado de lingua, 105
2.3.2 Expansao da ativacao, 109
2.3.3 Implicacoes para ‘analogia’, 113
2.4 Tipos de elos, 117
2.4.1 Elos relacionais, 117
2.4.2 Elos de heranca, 120
2.5 Expansao, obsolescencia e reconfiguracao de rede, 123
2.5.1 O ciclo de vida das construcoes, 123
2.5.1.1 Expansao nas margens, 123
2.5.1.2 Permanencia nas margens, 126
2.5.1.3 Marginalizacao e perda de uma construcao, 127
2.5.2 Reconfiguracao de elos, 137
2.6 Categorias, gradiencia e gradualidade, 141
2.7 Um estudo de caso: o desenvolvimento da construcao com way
revisitado, 145
2.7.1 A construcao com way no ingles atual, 145
2.7.2 Precursores da construcao com way, 151
2.7.3 Construcionalizacao da construcao com way, 156
2.7.4 Expansao adicional da construcao com way, 160
2.7.5 Expansao da construcao com way na rede, 166
2.7.6 O status da construcao com way no gradiente lexical-gramatical, 167
2.8 Sumario e algumas questoes, 168
3 Construcionalizacao gramatical, 173
3.1 Introducao, 173
3.2 Abordagens de gramaticalizacao, 177
3.2.1 Gramaticalizacao como reducao e aumento de dependencia, 183
3.2.2 Gramaticalizacao como expansao, 190
3.2.3 A interconexao entre as abordagens GR e GE, 196
3.3 Uma abordagem construcional da direcionalidade, 202
3.3.1 Aumento na produtividade, 203
3.3.2 Aumento na esquematicidade, 207
3.3.3 Reducao na composicionalidade, 214
3.3.4 A integracao dos fatores da GR e da GE na construcionalizacao e mudanca
construcional, 218
3.3.5 Possiveis motivacoes para a direcionalidade da mudanca, 220
3.4 Repensando a degramaticalizacao em termos de construcionalizacao, 225
3.4.1 Desflexionalizacao, 227
3.4.2 Desvinculacao, 232
3.4.3 Atencao a projecao de usos originais a partir do presente, 233
3.5 Um estudo de caso: o desenvolvimento de pseudoclivadas com ALL e
WHAT, 239
3.5.1 Precursores das pseudoclivadas com ALL e WHAT, 243
3.5.2 Pseudoclivadas iniciais, 247
3.5.3 A historia posterior das pseudoclivadas com ALL e WHAT, 246
3.5.4 Discussao, 255
3.6 Sumario, 257
4 Construcionalizacao lexical, 261
4.1 Introducao, 261
4.2 Algumas caracteristicas das construcoes lexicais, 263
4.3 Algumas abordagens da lexicalizacao, 271
4.3.1 Supostos resultados discretos de lexicalizacao e gramaticalizacao, 272
4.3.2 Lexicalizacao como entrada no inventario, 278
4.3.3 Para repensar a lexicalizacao a luz da construcionalizacao lexical, 280
4.4 A mudanca em produtividade, esquematicidade e composicionalidade na
construcionalizacao lexical, 283
4.4.1 Produtividade, 284
4.4.2 Esquematicidade, 285
4.4.3 Composicionalidade, 287
4.5 O desenvolvimento de (sub)esquemas lexicais, 290
4.5.1 DOM no ingles antigo, 293
4.5.2 RÆDEN no ingles antigo, 298
4.5.3 Escolhas entre afixoides nominais no ingles antigo e medio, 301
4.6 O desenvolvimento de construcoes lexicais atomicas, 304
4.7 Construcionalizacao lexical de oracoes e sintagmas, 312
4.8 Desenvolvimento instantaneo de algumas construcoes lexicais, 319
4.9 Construcionalizacao lexical e degramaticalizacao, 325
4.10 Sumario, 327
5 Contextos para a construcionalizacao, 331
5.1 Introducao, 331
5.2 Um modelo para pensar sobre contextos, 336
5.2.1 Fatores contextuais-chave na pre-construcionalizacao, 336
5.2.2 Mudancas contextu
ISBN9788532664600
Dimensoes16.0cm x 23.0cm x 2.0cm
Edicao1
NrPaginas464

especificação

AutorElizabeth Closs Traugott, Graeme Trousdale,
ColecoesCOLECAO DE LINGUISTICA
Prefácio da série, 11
Agradecimentos, 13
Figuras e quadros, 15
Lista de abreviações, 17
Notações, 19
Bancos de dados e corpora eletrônicos, 21
1 O modelo teórico, 25
1.1 Introdução, 25
1.2 Abordagens construcionais da língua, 27
1.2.1 Gramática de construções de Berkeley, 29
1.2.2 Gramática de construções baseada no signo, 29
1.2.3 Gramática de construções cognitiva, 30
1.2.4 Gramática de construções radical, 33
1.2.5 Gramática cognitiva, 34
1.2.6 Nossa representação de construções, 36
1.3 Redes e gramática de construções, 36
1.4 Construções e fatores relevantes, 40
1.4.1 Caracterização das construções, 40
1.4.2 Esquematicidade, produtividade e composicionalidade, 44
1.4.2.1 Esquematicidade, 44
1.4.2.2 Produtividade, 50
1.4.2.3 Composicionalidade, 53
1.5 Uma visão construcional de mudança, 55
1.5.1 Uma caracterização e exemplo de construcionalização, 57
1.5.2 Mudanças construcionais, 64
1.5.3 A relação entre mudanças construcionais e construcionalização, 66
1.5.4 Construcionalização instantânea, 69
1.6 Trabalhos diacrônicos particularmente relevantes para este livro, 71
1.6.1 ‘Construção’ como usado na linguística histórica precedente, 72
1.6.2 Gramaticalização, 73
1.6.3 Lexicalização, 75
1.6.4 Mecanismos de mudança, 78
1.6.4.1 Neoanálise (‘reanálise’), 79
1.6.4.2 Analogização (‘analogia’), 81
1.6.5 Trabalhos sobre a gramática de construções diacrônica, 84
1.7 Evidência, 87
1.8 Sumário e esboço do livro, 91
2 Uma abordagem da mudança do signo baseada no uso, 95
2.1 Introdução, 95
2.2 Modelos baseados no uso, 97
2.2.1 Armazenamento como uma unidade, 99
2.2.2 Sanção, 102
2.3 Redes em um modelo baseado no uso, 103
2.3.1 A relação entre redes, processamento de língua e aprendizado de língua, 105
2.3.2 Expansão da ativação, 109
2.3.3 Implicações para ‘analogia’, 113
2.4 Tipos de elos, 117
2.4.1 Elos relacionais, 117
2.4.2 Elos de herança, 120
2.5 Expansão, obsolescência e reconfiguração de rede, 123
2.5.1 O ciclo de vida das construções, 123
2.5.1.1 Expansão nas margens, 123
2.5.1.2 Permanência nas margens, 126
2.5.1.3 Marginalização e perda de uma construção, 127
2.5.2 Reconfiguração de elos, 137
2.6 Categorias, gradiência e gradualidade, 141
2.7 Um estudo de caso: o desenvolvimento da construção com way
revisitado, 145
2.7.1 A construção com way no inglês atual, 145
2.7.2 Precursores da construção com way, 151
2.7.3 Construcionalização da construção com way, 156
2.7.4 Expansão adicional da construção com way, 160
2.7.5 Expansão da construção com way na rede, 166
2.7.6 O status da construção com way no gradiente lexical-gramatical, 167
2.8 Sumário e algumas questões, 168
3 Construcionalização gramatical, 173
3.1 Introdução, 173
3.2 Abordagens de gramaticalização, 177
3.2.1 Gramaticalização como redução e aumento de dependência, 183
3.2.2 Gramaticalização como expansão, 190
3.2.3 A interconexão entre as abordagens GR e GE, 196
3.3 Uma abordagem construcional da direcionalidade, 202
3.3.1 Aumento na produtividade, 203
3.3.2 Aumento na esquematicidade, 207
3.3.3 Redução na composicionalidade, 214
3.3.4 A integração dos fatores da GR e da GE na construcionalização e mudança
construcional, 218
3.3.5 Possíveis motivações para a direcionalidade da mudança, 220
3.4 Repensando a degramaticalização em termos de construcionalização, 225
3.4.1 Desflexionalização, 227
3.4.2 Desvinculação, 232
3.4.3 Atenção à projeção de usos originais a partir do presente, 233
3.5 Um estudo de caso: o desenvolvimento de pseudoclivadas com ALL e
WHAT, 239
3.5.1 Precursores das pseudoclivadas com ALL e WHAT, 243
3.5.2 Pseudoclivadas iniciais, 247
3.5.3 A história posterior das pseudoclivadas com ALL e WHAT, 246
3.5.4 Discussão, 255
3.6 Sumário, 257
4 Construcionalização lexical, 261
4.1 Introdução, 261
4.2 Algumas características das construções lexicais, 263
4.3 Algumas abordagens da lexicalização, 271
4.3.1 Supostos resultados discretos de lexicalização e gramaticalização, 272
4.3.2 Lexicalização como entrada no inventário, 278
4.3.3 Para repensar a lexicalização à luz da construcionalização lexical, 280
4.4 A mudança em produtividade, esquematicidade e composicionalidade na
construcionalização lexical, 283
4.4.1 Produtividade, 284
4.4.2 Esquematicidade, 285
4.4.3 Composicionalidade, 287
4.5 O desenvolvimento de (sub)esquemas lexicais, 290
4.5.1 DOM no inglês antigo, 293
4.5.2 RÆDEN no inglês antigo, 298
4.5.3 Escolhas entre afixoides nominais no inglês antigo e médio, 301
4.6 O desenvolvimento de construções lexicais atômicas, 304
4.7 Construcionalização lexical de orações e sintagmas, 312
4.8 Desenvolvimento instantâneo de algumas construções lexicais, 319
4.9 Construcionalização lexical e degramaticalização, 325
4.10 Sumário, 327
5 Contextos para a construcionalização, 331
5.1 Introdução, 331
5.2 Um modelo para pensar sobre contextos, 336
5.2.1 Fatores contextuais-chave na pré-construcionalização, 336
5.2.2 Mudanças contextu

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